segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Viver sem PCs (e sobreviver)

Por razões que não vêem ao caso, acabei de estar 6 dias sem um mísero PC em casa... ergo, sem acesso à internet também!
Confesso que no primeiro dia ainda hesitei entre um misto de liberdade recém-ganha (não ter de ligar-me a nada, de trabalhar, de ver o que se passa nesse mundo, de fazer posts, sei lá) e uma incredibilidade sobre como ocupar os serões, já que televisão também é "coisa" que não entra com grande frequência lá em casa. Não que não a tenha, mas para saber notícias prefiro infinitamente a leitura de jornais periódicos ou semanários...
Afinal, a experiência revelou-se um sucesso! Com tempo para fazer tudo e mais alguma coisa -e descansar também - consegui ler com mais atenção e tempo, escrever "à mão" (ainda se lembram???), enfim, já para não falar da grande melhoria de qualidade de vida dos meus olhos !!!
A info-exclusão sabe bem durante uns dias!! (verdade seja dita que a experiência sabe bem mas antevemos desde logo um fim à dita...)

6 comentários:

Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

LISBOA = PORTUGAL

Olá Nônô

Continuo a vir aqui – e gostar. Consegues manter um bom blogue. Muitos parabéns. Vou voltar e, se possível, seguir. Se quiseres fazer o mesmo – e os teus correspondentes também – muito agradeço. Estou a «coleccionar», com muito boa intenção, muito prazer e muita honra, Seguidores.

Hoje, porem, quero informar-te que tenho postada no meu blogue a história macabra de um tiro que deram no meu neto número dois, o Rodrigo que tu conheces perfeitamente. Boa praça. Permito-me fazê-lo para alertar as pessoas e tentar evitar que lhes sucedam estórias inqualificáveis como esta. Desculpa-me a chatice, mas é com boa intenção, como compreenderás.

Na quarta-feira 17, ele ia a sair da escola (SECUNDÁRIA DE MIRAFLORES) pelas quase três da tarde. Uma ferroada. Fora um chumbo de um tiro de pistola de ar. Ou de espingarda igual. Ambulância, hospital, radiografia, depois uma TAC, tinha o pequeno projéctil alojado no lado esquerdo do pescoço. Os médicos decidiram não o operar, pois que a posição do projéctil não aconselhava a intervenção. Estava – e está – muito próximo da jugular. Felizmente, o Rodas agora está bem. E dizem que foi uma «brincadeira» de Carnaval. Estúpida e criminosa, digo eu.

Qjs = queijinhos = beijinhos

PS – Este é um texto padrão, com as óbvias e necessárias adaptações. Para dar a conhecer ao maior número de pesoas. Espero que compreendas. Obrigado

legivel disse...

... é verdade que sim. A sensação de uma certa independência reconquistada.

E não há grande sacrifício, pois tenho mantido a promessa que já fiz há uns anos: nada de portátil. Para não haverem tentações.

Manuscrever é que é pior. Tenho de assumir que perdi o jeito. O teclado ganhou em toda a linha.

Óptima semana!

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

Seus textos como sempre muito inteligentes .
beijos

BlueVelvet disse...

Aqui está uma coisa que me deixaria tonta: ficar sem computador.
Só mesmo nas férias...
Manias dos tempos modernos
Beijinhos

Rui disse...

(quase) só consigo escrever com a mão - só os dedos não acompanham a velocidade das ideias (tristes).

Teté disse...

Bom, não gosto nada da ideia de ficar sem PC. Aliás, quase toda a gente gabava a minha letra, hoje já sai meio gatafunhada... mas o calo do dedo médio até agradece!

Por sinal também é no PC que leio as notícias que mais me interessam, quer em blogues, quer no próprio sapo. Jornais, só uma vista de olhos pelo Expresso e não é todas as semanas...

Enfim, "modernismos" a que nos agarramos e dificilmente podemos voltar atrás e passar sem eles... :)

Jinhos, Leonor!