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domingo, 8 de janeiro de 2012
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Cole Porter

domingo, 29 de novembro de 2009
Lembranças
Talvez aproveite para passar a ter em digital o que só havia lá em casa em LP. Mas andando em buscas pela internet, deparei-me, claro, com o vídeo do Bohemian Rhapsody, que aqui deixo.
Num registo um pouco ao lado… aqui fica também outra memória de tempos passados
domingo, 12 de julho de 2009
Mundos e Músicas

Uma das coisas interessantes da música é a sua capacidade de se misturar, apropriar de sons e ritmos e torná-los parte integrante de um estilo. E de haver sempre muitas formas de tocar determinada composição.
Vem esta conversa a propósito de, na quinta-feira passada, e um pouco out of the blue, ter isso ao Cinema São Jorge ver The Rolling Stones Project, de Tim Ries, do qual nada sabia, mas ao qual fiquei rendida!

Trata-se de um projecto de Tim Ries, que costuma acompanhar os Stones, e mais uns quantos músicos, que, partindo das músicas do universo dos Stones, as “refazem” com outros ritmos, outras vozes, às vezes mesmo outras palavras, numa tentativa de integrar géneros musicais dos países por onde passam naquele universo.
E, como nada se perde, tudo se transforma, vejam esta versão de Wild Horses, cantada por Bernard Fowler, e digam de vossa justiça!
terça-feira, 30 de junho de 2009
País tropical
Claro que eu preferia
a) Ter de volta uma meteorologia mais favorável;
b) Ou, na impossibilidade de tal acontecer, estar num país tropical, já agora numa praia interessante
Enquanto isso não acontece, aqui fica o País tropical de Jorge Ben
sábado, 30 de maio de 2009
Selecção Musical
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terça-feira, 24 de março de 2009
Selecção Musical

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Selecção Musical

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Luzes (e vozes)
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Aniversários
Marvin Gaye – I heard it through the grapevine
The Temptations – Papa was a rolling stone
The Temptations – My Girl
Smokey Robinson & The Miracles – The tracks of my tears
The Jackson 5 – I want you back
The Four Tops – I can’t help myself (Sugar Pie Honey Bunch)
The Supremes – Stop in the name of love
Stevie Wonder – Superstition
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Selecção Musical
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Passear o Cão
O resultado tem sido sessões de “ouvir o passado” e lembrar-me das muitas ocasiões onde ouvi alguns deles.
Uma das músicas ficou-me hoje no ouvido: Walking the dog, original de Rufus Thomas, de que eu só conhecia a versão dos Rolling Stones. Enfim, fazendo algumas buscas, aqui fica o original (1963), a versão dos Rolling Stones (1964) e uma outra dos Aerosmith, que também desconhecia e não faço ideia de que data é.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Vidas com músicas
O Desafio consiste em responder a estas perguntas, com títulos de canções de um só artista ou grupo. Depois de muito reflectir (e de muito consultar nomes de canções) achei que só podia escolher The Rolling Stones.
As perguntas são as que se seguem:
Quanto às nomeações, e pensando em pessoas (que eu acho) “musicais”, aqui seguem:
E finalmente, e com a maior das latas porque ainda não respondi a outro desafio:
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Distâncias e proximidades
Primeira parte do concerto do African Boy. para mim, foram muito mais interessantes do que a intervenção principal, até porque conheci uma nova banda de raiz lusófona, desta feita de Outorela, vocalizada em crioulo cabo-verdiano, num estilo que não sei definir por ser de várias influências, mas que acaba por ser, no âmago, canção de intervenção.
O vídeo não é nada de especial, mas a canção, essa sim, é interessante.
domingo, 22 de junho de 2008
Harmonia
sábado, 3 de maio de 2008
Alive and kicking – Os Rolling Stones, Scorcese e a história da música, afinal uma parte da história do nosso tempo
Ontem, ao ler a crítica ao filme Shine a Light, onde Scorcese filma os The Rolling Stones, permiti-me, pela primeira vez, discordar de uma perspectiva da carreira Scorcesiana talvez menos conhecida: a dos seus registos de bandas/ músicos. Conheço apenas três: a The Band – The last Waltz, Bob Dylan – No direction home e agora os Rollong Stones – Shine a light, que ainda não vi (se alguém conhecer mais, por favor diga-me). Todos têm, quanto a mim, uma mesma abordagem, uma escolha criteriosa do tipo de músicos e do tipo de registos que se quer passar à história.
Para mim, que não concebo viver sem música, é sem dúvida uma parte da minha história.
Mas voltando aos Stones, banda da qual sou fan, aqui fica um registo deles que sempre apreciei: You can’t always get what you want
E como continua o refrão:
but if you try sometime you find
[chorus]I saw her today at a reception
E com esta me vou. Então bom fim de semana. E já agora vão ao cinema. E ouçam música.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
You know I’m No Good
Portadora de uma voz inconfundível, a que alia uma figura, modo de vida e necessidade de atingir os limites, tem tido por parte dos media uma constante procura de imagens e notícias.
Do muito que já foi dito, deixo aqui a biografia que a Cristina dela fez no Contra Capa, para quem queira saber um pouco mais sobre esta cantora que fascina tanta gente.
Quanto a mim, para além de achar algo curiosa a imagem, considero, isso sim, que Amy Winehouse tem uma excelente voz. Aqui deixo, assim, a minha canção preferida do último álbum:
You Know I’m No Good (video oficial)
quinta-feira, 13 de março de 2008
Et maintenant por Gilbert Bécaud ou o Bolero de Ravel ao contrário
Mas como uma descoberta nunca vem só, tive hoje de manhã uma conversa algo pitoresca sobre as influências do Bolero de Ravel… que chegou ao Et maintenant de Gilbert Bécaud.
Que por sinal também desconhecia, mas tratei de colmatar a falha.
Aqui deixo a letra e música.
Et maintenant que vais-je faire
De tout ce temps que sera ma vie
De tous ces gens qui m'indiffèrent
Maintenant que tu es partie
Toutes ces nuits, pourquoi pour qui
Et ce matin qui revient pour rien
Ce cœur qui bat, pour qui, pourquoi
Qui bat trop fort, trop fort
Et maintenant que vais-je faire
Vers quel néant glissera ma vie
Tu m'as laissé la terre entière
Mais la terre sans toi c'est petit
Vous, mes amis, soyez gentils
Vous savez bien que l'on n'y peut rien
Même Paris crève d'ennui
Toutes ses rues me tuent
Et maintenant que vais-je faire
Je vais en rire pour ne plus pleurer
Je vais brûler des nuits entières
Au matin je te haïrai
Et puis un soir dans mon miroir
Je verrai bien la fin du chemin
Pas une fleur et pas de pleurs
Au moment de l'adieu
Je n'ai vraiment plus rien à faire
Je n'ai vraiment plus rien ...
E os meus agradecimentos a quem de direito. Tem sido um prazer conhecê-la e poder conversar consigo cidadã G.
domingo, 9 de março de 2008
Música em paz
Ontem, ao ler o artigo de Eduardo Cintra Torres no Público e a quem roubei o título, reparei que mencionava este projecto, do qual já tinha ouvido falar, mas que ainda não consegui ver no canal Mezzo.
Resolvi assim fazer uma pequena pesquisa deste projecto tão interessante e que continua tão actual.
O realizador alemão Paul Smaczny tem um documentário, de 2006, que está a passar no Mezzo, intitulado Knowledge is the Beggining. Nele, relata a história da orquestra fundada em 1998 pelo intelectual palestiniano Edward Said (1935-2003) e o pianista e maestro israelita Daniel Barenboim, composta por jovens israelitas e árabes.
O objectivo desta orquestra era, naturalmente, ultrapassar barreiras, escolhendo um meio neutro: a música. Teve assim como objectivo a realização de um concerto, que se deu em Agosto de 2005 na cidade de Rammalah, onde a "música do católico Beethoven foi tocada por judeus e muçulmanos", como refere o jornalista.
Para saber mais sobre esta iniciativa veja aqui, aqui e aqui.
