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domingo, 22 de setembro de 2013

Gatos, gatos e mais gatos






Bustopher Jones is not skin and bones--
In fact, he's remarkably fat.
He doesn't haunt pubs—he has eight or nine clubs,
For he's the St. James's Street Cat!
He's the Cat we all greet as he walks down the street
In his coat of fastidious black:
No commonplace mousers have such well-cut trousers
Or such an impeccable back.
In the whole of St. James's the smartest of names is
The name of this Brummell of Cats;
And we're all of us proud to be nodded or bowed to
By Bustopher Jones in white spats!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

livros e sonhos



Confesso que (ainda) não li... mas aqui está uma coisa que gostava de fazer: ter uma pequena livraria ou ser alfarrabista...
sonhos de um verão quase a acabar

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Dançando com livros

Não resisti a roubar o titulo... mas ora vejam só:




retirado daqui

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Ainda a Oriente… outros



Calhou, depois da Jordânia, começar a ler o livro Caderno Afegão, de Alexandra Lucas Coelho.

Porque gosto de livros de viagens, porque considero esta colecção muitissimo bem feita e, naturalmente, porque gosto de ler as reportagens da autora no Público.

E as coisas melhoram quando, através da escrita, quase conseguimos ver, sentir ou cheirar outras paisagens. Foi o que senti nas duas noites em que li o livro.


Abordar civilizações/culturas tão diferentes das nossas nem sempre é fácil, e o actual estado de guerra naquele país, mais dificulta.


Mas foi como se viajasse um pouco... com a vantagem de também podermos realmente ver algumas fotografias aqui.
Ora aqui está um livro que vale a pena ser lido... não deixando de reconhecer a coragem que é preciso ter para partir para tais paragens (que eu não sei se teria, diga-se em abono da verdade)


segunda-feira, 8 de junho de 2009

Rastos...

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Nós não somos quem somos porque vivemos numa terra, sobre um chão; todo o chão é espaço de vida; aqui ou depois das grandes lagoas, ou nas terras altas de gelo, de que nos não notícias irmãos do Oeste. Mesmo sobre as águas vivem outros Adornados, como nós. Serão os brancos filhos de outro Namandu? Não devemos temê-los, porque têm a mesma essência que cada um de nós; homens na mesma medida, do mesmo barro, do mesmo vento, da mesma carne
(...)
Somos, nesta terra, neste Império, talvez as últimas forças guarani; devemos resistir, sim, aos males que nos assediam. Vamos retomar nossas armas, como fizeram os antepassados. Porém, saibamos: hoje fazemos parte deste Império; contra ele será impossível lutar; mas ele é vasto demais e poderemos, quem sabe, encontrar, como a codorna, o ninho estreito na borda do campo. Nossa nação não se extinguirá pelas mãos dos malos gaúchos; ela só poderá perecer por nossas próprias mãos.
*
São estas as falas de Pierre, o Jaguar, índio guarani levado em criança para França, e que volta à sua terra natal para descobrir as suas raízes (e o seu futuro).
*
Um livro que se lê num ápice, narrando uma realidade fascinante, que eu conhecia muito mal. A não perder!

domingo, 31 de maio de 2009

Lançamentos

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E foi com muito gosto que, apesar do calor (...), fui ao lançamento do Are you ladrating to me, do Rafeiro Perfumando, hoje, precisamente às 16.07 (pormenor que me é grato, neste país onde NADA começa à hora a que se propõe...) na Bertrand da Avenida de Roma.
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Cheio da boa disposição que também podemos ver/ler no seu blog, eis um livro que, decididamente, goza com a vida, mesmo que a vida também goze um bocadinho de volta...
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E teve graça conhecer outros bloggers... então divirtam-se e tenham uma Boa Semana!!!

sábado, 11 de abril de 2009

Leituras



Se há actividades para as quais tenha aproveitado todo este "imenso" tempo de que disponho agora, a leitura foi seguramente a mais "praticada".
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Agora, quase em fim de ciclo (espero eu) tenho feito uma leitura "dupla". Por um lado a biografia de Júlio César, que saiu agora, e é verdadeiramente interessante, e por outro, o livro de Brian Ward-Perkins, A queda de Roma e o fim da civilização.

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Dois livros fascinantes, a merecerem a devida reflexão. (E nalguns casos, a fazer comparações...)
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Blogando por aí, nos intervalos, "descobri" esta cadeira de leitura no Entre Estantes do Bruno Duarte Eiras. Não faço ideia se está a venda, mas que é uma excelente ideia, é! Comecei logo a imaginar a cadeira dos livros por ler... Então tenham boas leituras!

quarta-feira, 4 de março de 2009

Onde estava vossa mercê nos painéis?



É o título de um livro da autoria de Gonçalo Morais Ribeiro, que se desdobra em seis entrevistas polípticas a personagens constantes nos Painéis de São Vicente, a saber:


- Diogo Gonçalves
- Isaaac Abravanel
- Cardeal D. Jorge da Costa
- D. João de Almeida
- D. Leonor
- D. Manuel

As entrevistas seguem todas a mesma orientação, com apenas quatro perguntas (Onde estava Vossa Mercê nos Painéis? Qual a sua participação na sua feitura? Que significado tem para vós? O que mudou em Portugal?) tentando, de uma maneira assaz original, dar mais uma achega para a compreensão dos mesmos.

É um livro muito interessante, que se lê bem e que não deixa de dar novas visões, com uma escolha de citações, bibliografia e iconografia que enriquece bastante a sua leitura.

Também podem optar por ir apenas ouvir falar sobre, amanhã, na Fabula-Urbis, uma pequena livraria – daquelas que vale a pena conhecer – especializada em Lisboa / Olisipografia

Boas leituras!

terça-feira, 3 de março de 2009

Livros on line

E agora num registo mais construtivo, aqui ficam algumas ideias para passar o tempo... quer dentro, quer fora de casa, embora só nalguns casos, noutros só dá mesmo para leitura on line.

Arthurs Classic Novels 1 - policiais

Arthurs Classic Novels 2 - policiais

Arthurs Classic Novels - Mistério

Freebooksclub – cerca de 1.500 ebooks grátias para download. è necessário fazer registo.

PlaneteBook – literatura clássica

BookYards
(Biografias e memórias) – cerca de 700 obras disponíveis para download em pdf

ManyBooks (Biografias) – 1568 biografias

Bored.com (História) – cerca de 2040 livros

Então tenham boas leituras!!!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Índias




Em 1961, Alberto Moravia faz uma viagem pela Índia, acompanhado pela sua mulher Elsa Morante e Pier Paolo Pasolini.
Como, felizmente, não somos todos iguais, os registos escritos por Moravia e Pasolini após essa viagem não podiam ser mais diferentes.
Alberto Moravia, não relatando a viagem, dedica-se a analisar a cultura indiana, bem como o seu povo. Já Pasolini, que vai contando pormenores da mesma, está mais preocupado em relatar o que viu e sentiu.
Dois registos sobre o mesmo país, vivido e escrito de maneira diferente. Mas muito interessantes para ler um após outro.
Então tenham boas leituras:))

sábado, 17 de janeiro de 2009

O homem que matou Sidónio Pais


Ou de como um grupo de anarquistas, a Comuna da Luz liderada por António Gonçalves Correia, instalados perto do Vale de Santiago, Odemira, influenciaram decisivamente a história de Portugal...
A história - muito bem contada - do homem que matou Sidónio Pais, José Júlio da Costa, prende-se inevitavelmente com o percurso da sua vida.
Republicano, pequeno proprietário e conhecido entre os seus por animar as festas e feiras da região - ora como guitarrista, ora como cavaleiro tauromáquico amador, José Júlio da Costa selará o seu destino ao oferecer-se como mediador entre as autoridades e a guerrilha popular que, naquele Outono de 1918, em plena Greve Geral, se aliou à Comuna da Luz - anarquistas, defensores do nudismo e vegetarianismo.
Entre os gritos de "abaixo aos malandros burgueses" ou de apoio "aos camaradas da Rússia" gerou-se em Odemira um combate desigual entre as autoridades e este pequeno grupo de revolucionários, para o qual José Júlio da Costa, tendo levado à sua palavra de honra aos revoltosos em como não lhes iria acontecer nada, em troca da deposição imediata das armas, contribuiu dcecisivamente.
Dizimados pelas forças policiais e enviadas para Angola, no que José Júlio da Costa considerará um plano traiçoieiro das forças policiais, deixaram, no mediador, uma revolta pela quebra da sua palavra, sem que disso tivesse culpa.
Daí até ao assassínio do Presidente da República, vai um passo. Leiam, vale a pena!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Leituras



Lendo hoje a revista Os Meus Livros, “encontrei” um projecto canadiano muito interessante, desenvolvido pela Fondation pour l’Alphabétisation. Trata-se de La Lecture en Cadeau, projecto já no seu décimo aniversário, que consiste na oferta de livros a crianças desfavorecidas, podendo participar qualquer pessoa que assim o deseje.

Para a edição deste ano, a publicidade não poderia ter resultado melhor: o que seriam dos nossos heróis ou lendas, e, mais importante, o que seria de nós se não os lêssemos?

Fazendo aparecer Cinderela e Peter Pan no hospital, podemos perceber que a falta de leitura traz uma imaginação reduzida, imaginação essa fundamental para o desenvolvimento de qualquer criança.

Aqui está uma ideia e projecto a seguir!

(Mas não o tendo cá em Portugal, podemos sempre oferecer livros às Bibliotecas Públicas. Não é, obviamente, a mesma coisa, mas permitimos que, quem a elas recorre, tenha mais possibilidade de escolha!)

domingo, 4 de janeiro de 2009

Arqueologia da Bíblia




Nos intervalos da gripe, lá fui continuando a ler. Tendo o elefante Salomão/Solimão já chegado a Viena, parti para outras paragens, infelizmente menos pacíficas na actualidade.

Falo do livro As Batalhas da Bíblia, de Chaim Herzog e Mordechai Gichon, que faz o relato da história militar do povo israelita baseando-se nas descrições bíblicas. Trata-se de um relato não só apoiado nas descobertas arqueológicas, que permitem o desenvolvimento da Arqueologia da Bíblia, como também na história militar – o que não é de estranhar, já que os dois autores foram militares – analisando as batalhas do ponto de vista da arte da guerra e estabelecendo paralelismos com outras batalhas, tanto as passadas naquele território ao longo dos séculos, como noutras paragens.
De leitura fácil, peca apenas pela fraca qualidade dos mapas (não é que não tenhamos conhecimento de algumas localidades na actualidade, mas ao pormenor a que são dadas as notícias e com toponímia antiga nem sempre actualizada, às tantas sabemos apenas que estamos algures em Israel ou Palestina) e inexistência de glossário.
Para saber mais sobre arquelogia da Bíblia, vejam aqui e aqui.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Leituras Natalícias



E em plena época de Natal, eis uma leitura que se faz bem, adequada ao tema.
Fazendo um périplo entre as fontes, a vida de Jesus, os actores do Novo Testamento, as representações iconográficas e uma pequena história do Cristianismo dos primeiros anos, este número especial da revista Le Point é uma fonte de informações extremamente interessante.
Então Boas Leituras!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Cidade de Livros

Aqui está uma cidade onde não me importava nada de viver… O vídeo é fantástico, a descoberta foi no Bibliofilmes. Espreitem que vale a penaJ)



This Is Where We Live from 4th Estate on Vimeo.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Lendo


Perante esta fotografia, que retirei daqui, apetece caminhar pela leitura... Eu, neste momento, caminho com o elefante Salomão, a caminho de Valladolid. Obviamente com as palavras de Saramago, na Viagem do Elefante. E vocês, estão a ler o quê?

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Todos Nós Nascemos Livres


(mas uns são mais livres que outros)

Trata-se, como é óbvio, do princípio do 1º artigo da Declaração Universal dos Direitos do Homem, assinada pela Assembleia Geral da ONU, a 10 de Dezembro de 1948, cujo enunciado completo é:

"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos.
Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade".

Comemorando-se este ano o 60º aniversário da Declaração, e tendo em atenção um público privilegiado, foi hoje lançado pelas Edições Paulinas, em colaboração com a Amnistia Internacional Portugal, o livro Todos Nós Nascemos Livres, a Declaração Universal dos Direitos do Homem ilustrada.

Trata-se de uma tradução, adaptação e ilustração dos princípios que norteiam a Declaração, e, que nesta edição portuguesa beneficia ainda de um texto introdutório de Matilde Rosa Araújo e Fernanda de Freitas.

Todos nasceremos livres, é certo, mas é fundamental que o saibamos. Este livro vem assim informar e divulgar princípios tão importantes quanto esse a um público infanto-juvenil que o merece saber.

E, na sequência da publicação, aqui fica o correspondente vídeo:

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

A todos os narizes grandes


Quando penso literariamente em narizes grandes, é normal que me lembre de Cyrano de Bergerac. Aparentemente não sou a única.


Tay-Marc Le Thant, possuidor de um nariz grande, herdado de seu pai e a quem dedica o livro, decidiu mesmo fazer uma nova narrativa à roda da história de Cyrano de Bergerac. A este projecto aliou-se a ilustradora Rebecca Dautremer, dando origem a um livro (não só) grande, como lindo de se ler e ver.

Transpondo a acção para outra parte do mundo, mas mantendo a os principais intervenientes, a história lê-se num ápice, abrilhantada pelas ilustrações de Rebecca.

Aqui estão dois nomes a reter!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

O Futuro dos Livros

Neste mundo onde se procura cada vez mais a literacia, mas também onde o acesso à informação nem sempre se coaduna com as posses financeiras de cada um, eis uma novidade a merecer nossa atenção: os Books on Demand

Já a funcionar na Biblioteca da Universidade do Michigan, a Espresso Book Machine, cujo funcionamento podem ver no video lá em baixo, permite imprimir e encadernar um qualquer livro existente no acervo da Biblioteca, desde que esse livro já não exista no mercado ou já não seja detentor de direitos de autor.
O manancial de livros é assim enorme, tendo a Biblioteca investido na sua digitalização, e as vantagens para os utilizadores, essas são óbvias. O futuro dos livros também passa certamente por aqui.

Uma notícia retirada do Sphere Project

Máquina em funcionamento

domingo, 26 de outubro de 2008

Memórias


Desde que li o post A Memória das Prisões, do Tomás Vasques, que tenho pensado (mais do que é costume) sobre as memórias da nossa história recente.

Já tinha, de facto, lido no jornal a intenção de transformar o antigo Forte de Peniche em Pousada, mas, tendo estado há pouco tempo no núcleo museológico ali existente em memória nos presos políticos que por lá passaram, tenho alguma dificuldade em compreender como se articulará uma Pousada como uma memória daquele tipo.

O movimento cívico Não Apaguem a Memória não tardou a tomar uma posição e, num comunicado à imprensa, criticou o que considera ser mais uma memória que se apaga. E, de facto, o que resta do projecto de resolução para criação de um Roteiro Nacional da Liberdade e da Resistência, memória da resistência em prol da liberdade e da democracia? O projecto do museu na Cadeia do Aljube?

Ficam, sem dúvida, as memórias documentais, existentes nas bibliotecas e arquivos, os projectos de investigação. Mas, quer para quem fez a passagem entre os dois regimes, quer para as gerações nascidas após o 25 de Abril, não seria mais benéfico o reconhecimen
to e estudo desse período da nossa história?

Não estando exactamente à espera de uma proposta à la Baltasar Garzón, resta-me aguardar por novos desenvolvimentos do projecto de Roteiro. E lembrar Memórias.
Como as relatadas em Por Teu Livre Pensamento. Histórias e memórias de 25 ex-presos políticos portugueses, de todas as áreas. Um notável trabalho de pesquisa documental e fotográfica, a que se acrescentam as fotografias actuais tiradas por João Pina. Os textos são de Rui Daniel Galiza. Vale a pena ver e ler.