
Claro que não me vejo exactamente na senhora do comboio, mas, de algum modo, também viajo nestas imagens, com alguma nostalgia.




Dá para imaginar uma qualquer história, não é?E se quiserem ver a vertente mais contemplativa, carreguem aqui.
os dias, as horas, minutos, e segundos. a informação, os documentos, as escritas, os arquivos e as bibliotecas





Dá para imaginar uma qualquer história, não é?




a obra de apoio a pessoas com deficiências profundas.

Assim, foi com especial interesse que visitei ontem a sua exposição, a cuja inauguração faltei, por motivos que não vêm agora ao caso.
E fiquei completamente rendida ao «mundo» dos Recortes de Fantasmas da Ana. Trata-se de um projecto de criação de personagens, baseado nos trabalhos de Sophie Calle, como refere a autora, mas, diria eu, com uma interpretação muito própria.
São assim apresentadas dez telas com as silhuetas de dez homens e dez recortes pintados em mdf da silhueta da autora em tamanho natural. Cada par tem um título e texto que os agrega e pode ter ou não um zoom.
Aqui vos deixo um dos meus casais preferidos: o poeta segurador, pedindo desde já desculpa pela não inclusão do texto, que pode ser lido e visto na Galeria Corrente d’Arte, na Avenida D. Carlos I, nº 109.

Acreditem que vale a pena a visita.