
Eis um livro que dificilmente resistiria a ler:
Se não puder dançar, esta não é a minha revolução: aspectos da vida de Emma Goldman de Clara Queiroz, da Assírio & Alvim
Não porque o nome de Emma Goldman me fosse, até então, familiar, confesso. Mas passou a ser.
«É uma mulher que acredita na sua causa e sente-a com uma intensidade concentrada. É o padrão com que mede todos os valores. Não vê no mundo mais nada que não seja o que deve ser remodelado em qualquer forma próxima do seu desejo profundo. E o que é esse desejo? Liberdade – liberdade absoluta, incondicional, não agressiva. Isso é Anarquia […]»
William Marion Reedy, 1908
«Emma Goldman “nunca reclamou direitos iguais. Comportou-se como igual” afirmou Mollie Steimer.»
«”Por uma questão de principio, porque você é Emma Goldman”, foi como um polícia uma vez lhe explicou por que a prendia.»
Não porque o nome de Emma Goldman me fosse, até então, familiar, confesso. Mas passou a ser.
«É uma mulher que acredita na sua causa e sente-a com uma intensidade concentrada. É o padrão com que mede todos os valores. Não vê no mundo mais nada que não seja o que deve ser remodelado em qualquer forma próxima do seu desejo profundo. E o que é esse desejo? Liberdade – liberdade absoluta, incondicional, não agressiva. Isso é Anarquia […]»
William Marion Reedy, 1908
«Emma Goldman “nunca reclamou direitos iguais. Comportou-se como igual” afirmou Mollie Steimer.»
«”Por uma questão de principio, porque você é Emma Goldman”, foi como um polícia uma vez lhe explicou por que a prendia.»
E, como «A revolução volta e tornará a voltar e proclamará: eu fui, eu sou, eu serei(1)», o melhor é mesmo ficarem a saber (se quiserem, claro) algo mais da vida desta interessante personagem. Uma leitura a não perder.
(1) Rosa Luxemburgo
