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domingo, 26 de abril de 2009

Nuno Álvares Pereira, o Santo Condestável

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E no dia da sua canonização, vale a pena pensar numa personagem fascinante da nossa história: Nuno Álvares Pereira.
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Para isso, nada melhor do que ler o que foi registado na sua Crónica do Condestável, disponível na Biblioteca Nacional Digital.
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ou visitar a exposição a ele dedicada pela Biblioteca Nacional.
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e, se não for pedir muito, reler Fernão Lopes!!!
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Bom domingo!

domingo, 5 de outubro de 2008

Símbolos



E no dia da Proclamação da República, um outro símbolo: o Busto da República, da autoria de Francisco Santos, que foi executado para o concurso promovido pela Câmara Municipal de Lisboa em 1910.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Símbolos

Quando se aproximam os 100 anos da República Portuguesa, é interessante verificar quais foram os símbolos escolhidos pela jovem República para estabelecer a diferença com o regime monárquico cessante.
Aqui fica uma imagem sobre um desses símbolos: a questão da bandeira nacional, a qual, de azul e branca passa a vermelha e verde. Não sem alguma polémica...

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Obviamente demito-o: as eleições presidenciais de 1958, O General Sem Medo e o Movimento Nacional das Mulheres Portuguesas

Duas formas de dar a conhecer a nossa história e não apagar a memória.
Neste mês de Maio temos à disposição dois registos opostos de uma mesma realidade: o Portugal de 1958, atravessado pelas eleições presidenciais onde Humberto Delgado, candidato não oficial, ousou desafiar o regime.

Falo da biografia de Humberto Delgado, trazida a lume pelo seu neto Frederico Delgado Rosa, um espantoso trabalho de investigação que narra a par e passo a sua vida e se lê agradavelmente. Mas que só foi possível, claro, depois de uma recolha exaustiva de fontes.

Do outro lado do Portugal de 1958, está o Movimento Nacional das Mulheres Portuguesas, que Inês de Medeiros revela no seu documentário Cartas a uma ditadura, e cuja narração podem ler no Luís Galego, que o faz melhor que eu. Mas direi só umas palavras.

Resposta de um regime que se considera ameaçado, o documentário mostra um outro lado desse Portugal longínquo, revisitando essas senhoras que, em 1958, respondem à chamada.

Um documentário tranquilo, muito bem concebido e filmado, que permite ter uma visão de uma outra realidade, e que, mesmo desse lado do Portugal de 1958, apresentada vários registos.

Curiosamente, a maioria das senhoras entrevistadas não consegue definir Ditadura, mas também não o faz para Democracia, em registos de várias classes sociais. Aqui está uma questão que, em meu entender, devia merecer alguma reflexão.