Mostrar mensagens com a etiqueta Ambiente. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ambiente. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 5 de junho de 2009

O mundo é a nossa casa


No Dia Mundial do Ambiente, nada melhor do que algumas (das espectaculares) imagens de Yann Arthus-Bertrand, bem como um "cheirinho" do seu filme Home.
Vale a pena pensar!!!

.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Nucleares

Li aqui, a crónica do Prof. Carlos Fiolhais sobre a energia nuclear. Não é que eu perceba grande coisa sobre o assunto, mas, numa época em que a questão da energia e meio ambiente é tão fulcral, nada como ficarmos a saber mais sobre o assunto. E fiquei, de facto!
.
Assim, e independentemente das ideias "feitas" que possamos ter, vale a pena ficar atento às actividades da recém-criada Associação de Divulgação do Nuclear. Saber mais nunca fez mal...

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

O plástico do nosso descontentamento


Como qualquer pessoa hoje em dia, tenho a minha quota parte de preocupações com questões ligadas ao ambiente. Assim, já mudei as lâmpadas cá de casa para as de baixo consumo, já calafetei as janelas, separo o lixo, desloco-me ao ecoponto e coloco os sacos lá dentro, enfim, coisas que considero hoje em dia básicas.

Ultimamente, porém, anda virada para o problema de como reduzir o "consumo" de plástico e digo-lhes, a coisa não é fácil...

1 - Comecemos pelas garrafas. Em casa consumo agua da companhia, portanto a questão nem se coloca, mas n emprego sim. Tento comprar sempre garrafas de litro e meio, mas não há como fugir ao plástico. Nunca mais vi (ou é raro haver) garrafas de vidro. Já quando vamos passear se passa a mesma coisa. O normal é comprar uma garrafinha de àgua. E pergunta: ainda existem das de vidro?

2 - Farmácias. Vamos a qualquer farmácia e não conheço nenhuma que não dê as nossas compras, pois claro, num saco de plástico. Que eu já recuso, porque tenho a vantagem da carteira grande, claro, mas então e os homens? Outra ironia da questão é o verdinho da reciclagem dos medicamentos que é outro saco de plástico... há coisas que não dá para entender!

3 - Livrarias/lojas de discos. Também aqui a alternativa não é nenhuma. qualquer coisa que se compre vem delicadamente colocada... em mais um saco de plástico.

4 - Lojas de roupa. Estas sim com algumas nuances. Umas com bons sacos de papel, mas longe de ser a maioria.

5 - Supermercados. Pois é aqui que a porca torce o rabo. Inevitavelmente temos de lá ir, compramos (ou não) e se fizermos as contas chegamos ao fim do ano com um número apreciável de sacos de plástico só à nossa conta. Multipliquem pelo nº de pessoas do vosso prédio, dos prédios do vosso bairro, etc, etc... Mas realmente qual é a alternativa? Existem já, é certo, uns sacos de pano que algumas lojas vendem. Provavelmente comprarei um. Mas vamos passar a passear o dito saco para a eventualidade de nos apetecer ir às compras? E porque não são criadas alternativas pelos supermercados? Sim, porque já que compro sacos de plástico, preferia dar o mesmo dinheiro por um de papel.

6 - Jornais/revistas. Quem compra sabe que ao fim-de-semana, e, apesar das preocupações ambientalistas dos mesmos, lá marchamos para casa com mais dois sacos de plástico. Se houver alguma revista ou jornal com brinde, lá vem mais outro. Continua a somar...

7 - e finalmente o lixo, o propriamente dito. Alguém me explica onde passo a por o lixo se não for num saco de plástico???
Já vi sacos de plástico na praia, no campo, enfim, acho realmente que tem de se fazer qualqyer coisa a esse respeito. Mas o quê? Na verdade, não há muitas alternativas. Ou se as há, por favor, digam-me.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Os Arquivos e a Pegada Ecológica: a desmaterialização de processos

fechar a torneira quando lavamos os dentes, separar o lixo, substituir as lâmpadas de casa para as de baixo consumo... enfim, tudo coisas que podemos fazer para contribuir para melhorar o ambiente.
E os Arquivos e as administrações, podem contribuir para uma alteração da prática ambiental? Podem ! A desmaterialização de processos tão em voga nas nossas administrações é uma forma de aliar as tic a objectivos ambientalistas, substituindo os escritórios e "depósitos" de papel por documentos electrónicos inseridos num sistema de gestão documental em ambiente virtual.
Portugal, como não poderia deixar de ser, tem também evoluido para essa prática, apresentando já inúmeros projectos de desmaterialização de processos; veja-se, por exemplo o dos Tribunais:
- o SITAF - Sistema de Informação dos Tribunais Administrativos e Fiscais
Outro caso certamente com impacto na nossa administração pública é o da futura desmaterialização do processo legislativo, tendo ainda hoje, em cerimónia pública, sido dado um "mergulho nesse sentido" com a entrega da autenticação da assinatura electrónica do Presidente da Assembleia da República.
Enfim, menos papeis, melhor gestão documental, melhor ambiente
Sugestões de Leitura:
Sociedade da Informação: O percurso português. Dez anos de Sociedade da Informação. Análises e Perspectivas / coord. Jorge Dias Coelho. - Lisboa, Sílabo, 2007
A Europa na era global / Anthony Giddens. - Lisboa, Ed. Presença, 2007