Mostrar mensagens com a etiqueta Gatos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gatos. Mostrar todas as mensagens

domingo, 22 de setembro de 2013

Gatos, gatos e mais gatos






Bustopher Jones is not skin and bones--
In fact, he's remarkably fat.
He doesn't haunt pubs—he has eight or nine clubs,
For he's the St. James's Street Cat!
He's the Cat we all greet as he walks down the street
In his coat of fastidious black:
No commonplace mousers have such well-cut trousers
Or such an impeccable back.
In the whole of St. James's the smartest of names is
The name of this Brummell of Cats;
And we're all of us proud to be nodded or bowed to
By Bustopher Jones in white spats!

domingo, 10 de janeiro de 2010

There's a new girl in town





E ideias para nome??????

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Gatos e Poesia

Gato

Que fazes por aqui, ó gato?
Que ambiguidade vens explorar?
Senhor de ti, avanças, cauto
meio agastado e sempre a disfarçar
o que afinal não tens e eu te empresto,
ó gato, pesadelo lento e lesto,
fofo no pelo, frio no olhar!

De que obscura força és a morada?
Qual o crime de que foste testemunha?
Que deus te deu a repentina unha
que rubrica esta mão, aquela cara?
Gato, cúmplice de um medo
Ainda sem palavras, sem enredos,
Quem somos nós, teus donos ou teus servos?

Alexandre O’Neill, in Abandono vigiado, 1960

terça-feira, 3 de março de 2009

Queixumes


Já se passaram 7 dias 7. Mais um bocado e começo a fazer riscos na parede... mas como nem tudo é mau, já não tenho dores, o que é uma grande vantagem. Agora se alguém se atrever a dizer que andar de canadianas é fácil, EU NEGO!!!!
...
Mas devo dizer que já tenho uma forma de fazer "desporto": pular por cima do gato-que-permanece-imóvel-e-deitado-quando-eu-quero-passar:)) Aliás gatos e canadianas, descobri agora, são uma equação impossível. Pensava eu que tinha uma extensão do braço para minimizar tudo aquilo que Sua Excelência aproveita para fazer porque já percebeu que não me mexo, mas qual quê: são ataques e mordidelas se ouso dirigir a canadiana na sua direcção...
****
Enfim, não me posso queixar, podia ser sempre pior, e hoje até está sol lá fora (onde eu não consigo ir...)
**
mas se alguém quiser, não digo cometer um crime (acabei de perceber melhor a Janela Indiscreta, mas sei lá, fazer uma animação de rua, eu era capaz de agradecer. Não que me ponha à janela, mas era capaz de abrir uma excepção... e o meu dia ficava um pouco mais preenchido!!!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Gatos e Poesia



Em tempos que já lá vão, quando podia andar, portanto antes de ontem, fui finalmente a uma livraria a que fazia questão de ir: a Poesia Incompleta, que recomendo vivamente.
Como palavra puxa palavra, acabei por sair de lá com dois livros sobre gatos, pois então, de uma autor que não conhecia: Rui Caeiro, mas de que vos deixo aqui alguns excertos.
Dormir ao sol, ser o dno da tua pequena ilha ao sol. Governá-la é: dominar o mundo, nada fazer.
As carícias do gato às vezes dão em arranhões. E daí? Não há amor, não há ternura que não deixem marcas.
E quando estás prestes a aborrecer-te, bocejas e adormeces. Dormes muito. Aborreces-te pouco.
Se eu fosse chão de pisar, era ainda a ti que havia de querer mais. Pela elegância, pela leveza.
Horas sentado, imóvel, olhando resignadamente em frente. De orelhas sempre tesas, atentas ao mínimo precalço.
Ao bater ligeiro de uma asa no ar, o corpo toma a postura de todo um exército em ordem de batalha.

Espavorido é quando melhor corres: para trás ficou o perigo, à frente o teu próprio corpo em fuga.
Não precisas de viajar. Tens a casa, tens o tecto ou tens o céu, tens um pedaço de rua. É o mundo.
Tens a tua selva: a alcatifa, as pernas das cadeiras...
Ora uma bola, fofa, que dorme, ora um elástico, tenso, que dispara.
~
Por coincidência, no fim dessa tarde, passando pela Letra Livre, outra das livrarias das minhas predilecções e encontrei outro livro dele:
Peixinhos de Prata
Atacam o cerne da literatura e da escrita
não com os olhos ou o parco entendimento
mas com a boca, mas com os dentes
Espero que gostem!!!


quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Lilliput

Alguns seres vivos nesta terra têm sorte… como este sleepy kitten, por exemplo, que não tem certamente que pensar na crise…



Não é que eu ande a pensar muito na dita, mas os meus dias parecem saídos de Lilliput: são pequenos !!!!!!!!!! (e eu com tanta coisa para fazer)

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Barrigas

Já não sei onde li (Ka ou Blue?) que os gatos e cães respiram "pela barriga" e que nós temos essa faculdade até perto dos seis anos, capacidade essa que perdemos, por outra pior, claro.
Neste Inverno, que tem sido tão chuvoso e cheio de humidade, não poucas vezes me tenho lembrado deste facto, e de outro que me chateia mais: apesar de toda a fisioterapia que faço quando tenho crises, tenho sempre a noção que só respiro pela barriga quando lá estou... e se isso podia ajudar a minha asma, tão presente nesta estação do ano!!!
Enfim, volta meia volta, lá me lembro e respiro bem... mas há quem não precise de tomar consciência desse facto, como podem verificar por estas imagens da barriga da Mariazinha, encostada à do Jeremias.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Tempos e modos



E como tirei férias, preparei bem os dias, as músicas e as leituras... eis que, para não destoar de grande parte da população, estou constipada!!! Aliás, e para ser mais precisa, eu e o elemento felino cá de casa.
Passear, ver aquela exposição que faltava, ir ao cinema e ao teatro... nãããão... é muito mais interessante ficar em casa a dar xaropes ao gato:)))

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Animais


Toda a minha vida tem sido acompanhada por animais “de estimação” ou domésticos, se preferirem. Vão variando em número e espécie, mas têm estado sempre presentes: cadelas, periquitos, tartarugas, hamsters, peixes e o que mais nos tivéssemos lembrado, suponho…

Ultimamente, passei de dona de cães, para dona de gatos, transição essa que me trouxe algumas reprovações familiares, quando uma das minhas irmãs me disse que a minha cadela deveria estar (no céu dos cães) a encarar isso como uma traição…

Seja qual for a espécie – cão ou gato - cada animal é um caso, tem a sua “personalidade” própria, como tenho tido ocasião de constatar. Para além dos mais independentes, mais afectuosos, tenho, com os gatos, desenvolvido novas designações, mercê de características específicas que vou observando; gato mais tipo gato, gato mais tipo cão (palavra que alguns comportamentos de gatos SÃO parecidos com os dos cães), e, ultimamente, em honra de um recente habitante, o gato Jeremias, gato Mias para um certo Quico, gato Scottex… sim, porque o Jeremias, qual cão do anúncio, desde que percebeu que aquele rolo podia ser desenrolado, entretém-se a desenrolá-lo e a passear o papel pela casa toda… e eu, da primeira vez que vi nem queria acreditar… achei que só os cães é que faziam aquelas graças…

Por isso, quando recebi este Cat Mummy, de outra dona de gata, pensei: aqui está um excelente assunto para o Registos:))

quinta-feira, 17 de abril de 2008

To All You Cat Lovers



Quando pensamos que sabemos tudo sobre os nossos gatos… truflas !!! uma qualquer carta no correio vem rapidamente fazer-nos ver que assim não é:)

Uma qualquer é como quem diz…, neste caso um convite do INATEL, para uma Conversa à 5uinta (dia 24, às 18h) para… saber se o nosso gato é canhoto ou destro, entre outras coisas, já que, com a presença de membros do Clube Português de Felinicultura, se debaterá no Teatro Trindade, nem mais nem menos que a Psicologia Felina: os mistérios do gato.

Quanto aos garotos cá em casa, é um empate. Olhando para o Patas é fácil determinar que é canhoto, já que utiliza a pata defeituosa para apanhar e atirar as bolas.
Já o Bernardo, rapaz com quem convivo vai para catorze anos, lá está, não sei. Ou é ambidextro, já que nunca reparei em nenhuma pata em especial, ou ainda me falta jogar a tal partida. É o que me parece que vou fazer. Fui.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Saltitão e a tecla do Ç perdida



O Saltitão, gato da vizinha do prédio ao lado, desde muito pequeno começou a trepar muros, vindo em busca de aventuras e, sobretudo companhia, ter com o Bernardo, meu gato, não tão aventureiro.

Faziam assim uma boa parelha, explorando tudo e mais alguma coisa a que conseguissem chegar pelos muros e quintais nas traseiras e também entretendo-se a saltar para a rua quando apanhavam a janela aberta.

Por causa dele, tive de resto uma conversa que ainda recordo, na mercearia da esquina, onde, determinada vez me perguntaram: "não é para sua casa que o gato da minha mãe vai?" sendo a senhora em questão mais velha que eu.

Não faltando um dia para brincar (e comer...), testemunhou a chegada do Patas, gato que "aterrou" no quintal todo ferido (duas patas partidas, cheio de sangue) a quem tratei e que, numa primeira fase comia e ìa à sua vida. Mais tarde, e com todos de acordo, o Patas tornou-se inquilino cá de casa.

Voltando ao Saltitão, foi sempre o gato mais caçador, aparecendo de vez em quando, com um pardal na boca, o que me tirava do sério, mas a ele enchia de orgulho.

Quando a sua dona morreu o Saltitão fez as malas e, sem hesitar, apresentou-se à minha porta. De resto, a única novidade era realmente passar a dormir cá.

Tornou-se um gato um bocadinho mais carente, mas, como bom gato que era, disfarçava isso.

Ultimamente tinha a mania, como peso pluma que era, de se sentar em cima do teclado do meu portátil quando estava a funcionar, imagino eu para sentir calor. Foi durante uma dessas ocasiões que o teclado perdeu o revestimento da tecla Ç, já que, tentando eu tirá-lo de lá, o Saltitão inesperadamente resolveu agarrar-se às teclas, como se disso dependesse a sua felicidade.
Na escala dos afectos cá do bairro, o preferido é o Patas (o branco e amarelo) que passou de gato de rua a gato burguês, gordo e anafado. Esperto, usa o facto de ter ficado com uma pata defeituosa, para, com miados a quem passa, exigir constantes festas, que, de resto, retribui.
O Bernardo (o cinzento) primeiro gato e dono da casa é o mais conhecido. Pelo nome, pelo facto de insistir em visitar qualquer vizinho que deixe a janela da rua ou porta das traseiras abertas, mas também por disputar as festas a quem passa. Tem também a mania (pouco inteligente, mas é um gato com mau feitio) de lutar com cães.
O Saltitão sempre foi o mais discreto. O gato mais tipo gato, portanto. Saltava da janela e ìa à sua vida (normalmente ao talho ali da esquina pedir carne). As pessoas ainda o conheciam como o gato que era da dona Z., mas ele não se preocupava, instalava-se ao sol e não ligava a quem passava.

O Saltitão morreu hoje, depois de resistir meses a uma doença. Foi o último a chegar e o primeiro a partir.