
A distância que medeia o tempo em que os Arquivos eram considerados um bem precioso para a instituição, e por isso mesmo fechados num cofre, normalmente com três chaves, distribuidas por três pessoas, ou das Bibliotecas arrumadas em estantes com correntes para que os livros não fossem levados, e o nosso é certamente muita.
A abertura, possibilidade de acesso, empréstimo domiciliário, serviços educativos e novas formas de encarar a profissão e o serviço que se presta não podem, de facto, ser comparáveis nem sequer ao século XIX.
Afinal, não é em vão que vivemos na Sociedade da Informação, e, embora cada vez mais ela seja digital e rompa fronteiras físicas e temporais, nem tudo está disponível on line e nem toda a gente tem possibilidade de aceder a uma ligação à WWW.
No entanto, devo dizer que duas sessões do excelente curso Marketing do Livro, que estou a tirar na Booktailors bastaram para me aperceber que muito pode e deve ainda ser feito. Uma área um pouco descurada na nossa formação, diria eu, mas que poderia operar pequenos milagres nalguns Serviços de Informação cuja estratégia de actuação muitas vezes não encontra eco na procura por parte dos utilizadores.
Aqui fica a notícia.
