
Todos nós já as pisámos, já nos desviámos, já as tentámos ler… enfim, entrar numa Igreja ou num monumento significa, mesmo para a pessoa mais distraída, tropeçar, mais cedo ou mais tarde, com alguma tampa de sepultura, uma lápide, uma qualquer pedra que fale… resta saber se nós as ouvimos…

Ontem de manhã, integrada no Grupo Eu Lisboa, visitei a Igreja de São Roque, para a ver sob um outro ponto de vista: a das suas lápides e tampas de sepulturas e ouvir o que elas nos têm a contar.
Guiados pela epigrafista Filipa Avellar, cuja competência profissional nestas matérias é sobejamente conhecida, a visita, sempre com ponto de partida e chegada nas tais pedras que falam (e se abundam naquela Igreja), começou com a o problema da peste no século XVI e a difusão do culto a São Roque, passou pelo fascínio pelas relíquias e o papel que desempenharam durante a Contra-Reforma e continuou com a chegada dos Jesuítas a Portugal, o seu papel na sociedade portuguesa, a Confraria da Misericórdia… , tudo isto ao longo dos mais variados tipos de lápides, outros tantos tampos de sepulturas, enfim, numa outra forma de contar e ver as coisas (neste caso a Igr
eja de São Roque) que se revelou, como seria de esperar, aliciante.
Obrigado Filipa.
Da próxima vez que tropeçarem com algumas pedras que falem, não digo parem, escutem e olhem, mas parem, vejam e pensem. Às vezes temos surpresas agradáveis. Por mim falo também.

Ontem de manhã, integrada no Grupo Eu Lisboa, visitei a Igreja de São Roque, para a ver sob um outro ponto de vista: a das suas lápides e tampas de sepulturas e ouvir o que elas nos têm a contar.
Guiados pela epigrafista Filipa Avellar, cuja competência profissional nestas matérias é sobejamente conhecida, a visita, sempre com ponto de partida e chegada nas tais pedras que falam (e se abundam naquela Igreja), começou com a o problema da peste no século XVI e a difusão do culto a São Roque, passou pelo fascínio pelas relíquias e o papel que desempenharam durante a Contra-Reforma e continuou com a chegada dos Jesuítas a Portugal, o seu papel na sociedade portuguesa, a Confraria da Misericórdia… , tudo isto ao longo dos mais variados tipos de lápides, outros tantos tampos de sepulturas, enfim, numa outra forma de contar e ver as coisas (neste caso a Igr
eja de São Roque) que se revelou, como seria de esperar, aliciante.Obrigado Filipa.
Da próxima vez que tropeçarem com algumas pedras que falem, não digo parem, escutem e olhem, mas parem, vejam e pensem. Às vezes temos surpresas agradáveis. Por mim falo também.