Nos dias de hoje, acções de envio de IRS ou pedido de certidões por via electrónica, ou noções como factura electrónica ou desmaterialização de processos não são estranhas a ninguém, quer porque já recorreram a esses serviços, quer porque já os viram anunciados, divulgados ou simplesmente estudados.
Convém, no entanto, não esquecer que a esta melhoria de acessibilidade dos serviços da administração pública por parte dos cidadãos, corresponde um outro imperativo, que surge precisamente com o aparecimento dos documentos electrónicos e dos arquivos digitais: trata-se da preservação digital.
Com efeito, de nada serviria digitalizarmos em massa a documentação, ou até desmaterializarmos os processos, se não assegurassemos a sua preservação a longo prazo.
Miguel Ferreira é ainda autor do livro
Introdução à Preservação Digital, esncontrando-se ainda a colaborar com a Direcção Geral de Arquivos no âmbito do Projecto
Roda, Repositório de Objectos Digitais Autênticos.
Fiquei a conhecer este Concurso no Blog
A Informação, de onde retirei alguma informação.