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sábado, 11 de abril de 2009

Leituras



Se há actividades para as quais tenha aproveitado todo este "imenso" tempo de que disponho agora, a leitura foi seguramente a mais "praticada".
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Agora, quase em fim de ciclo (espero eu) tenho feito uma leitura "dupla". Por um lado a biografia de Júlio César, que saiu agora, e é verdadeiramente interessante, e por outro, o livro de Brian Ward-Perkins, A queda de Roma e o fim da civilização.

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Dois livros fascinantes, a merecerem a devida reflexão. (E nalguns casos, a fazer comparações...)
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Blogando por aí, nos intervalos, "descobri" esta cadeira de leitura no Entre Estantes do Bruno Duarte Eiras. Não faço ideia se está a venda, mas que é uma excelente ideia, é! Comecei logo a imaginar a cadeira dos livros por ler... Então tenham boas leituras!

domingo, 28 de dezembro de 2008

Férias (e leituras)




Este ano, e pela primeira vez, deixei uns diazitos de férias para esta altura.
Não indo para os Brazis passar o Ano, vou aproveitar para fazer uma coisa da qual tenho imensas saudades: passar parte substancial do dia a ler. E ouvir música, bem entendido.
Para isso não preciso exactamente de andar à procura como aqui o senhor ao lado (The Bookworm, de Carl Spitzweg), já que alguns livros vão sempre ficando na pilha dos que vou ler a seguir...
Não preciso, mas tenho pena de não ter uma biblioteca assim...
Então tenham uns Bons Dias de férias ou trabalho, com algumas leituras!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Lendo


Perante esta fotografia, que retirei daqui, apetece caminhar pela leitura... Eu, neste momento, caminho com o elefante Salomão, a caminho de Valladolid. Obviamente com as palavras de Saramago, na Viagem do Elefante. E vocês, estão a ler o quê?

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Dos romances de capa e espada às playstations, nintendos, gameboys e quejandos



Dumas, Zola, Hugo, Júlio Verne, Salgari, Twain… só os nomes já fazem evocar uma qualquer tarde perdida na infância onde, através de uma aventura, viajávamos para um país exótico, ou talvez não, onde os nossos heróis eram sempre o exemplo supremo da melhor forma de estar na vida.

Em livro ou, mais tarde, em série de televisão ou cinema, os romances de aventuras tinham e têm esse lado atractivo de nos transportar para outras realidades e nos fazer conhecer novos mundos. Naturalmente o género actualizou-se, as personagens mudaram e o herói já não beija a mão da donzela mas… continua a ser uma excelente maneira de iniciar as crianças à leitura.

Sendo do tempo do MS-DOS, confesso que tenho beneficiado pouco das novas tecnologias em termos de jogos. Lembro-me ainda do Spectrum, onde joguei um tal de Manic miner (que aliás gostava), mas depois estas coisas das playstations, nintendos, gameboys e etceteras e tais nem desconfio… portanto não faço ideia que tipo de jogos há.

No entanto tenho lido sobre jogos onde se está no império romano e outras coisas parecidas (acho que se está on line, mas para ser franca nunca aprofundei) e acho engraçado que, também nos jogos, se procure essa componente.

No fundo, dos romances de aventuras aos jogos da nova era, parece-me que a diferença é que passámos a puder interagir…

Imagem e ideia e metade do título do post retiradas do excelente catálogo: Antes das Playstations: 200 anos do romance de aventuras em Portugal, editado pela Biblioteca Nacional em 2003