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domingo, 6 de janeiro de 2013

2013


E de repente... precisei de voltar aqui !

Bom Ano Novo

domingo, 21 de março de 2010

Ver / Não ver




Com ou sem visão, Lisboa parece às vezes uma cidade meia podre, com obras iniciadas, embargadas, ou simplesmente prédios devolutos, à espera de caírem

sexta-feira, 12 de março de 2010

Pairando


Ás vezes as madrugadas trazem destas imagens: conjuntos de pombos aguardando serenamente o aparecimento e desenrolar do dia.
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(E nós cá em baixo a cronometrar os minutos para sair de casa, apanhar trânsito ou não, um cafézinho antes de começar a trabalhar...)

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Memórias



Felizmente, quando falamos em património cultural (arquivístico ou não), nem tudo são más notícias, ou a simples manutenção do já existente.

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E para quem, como eu, já trabalhou num arquivo sem electricidade nem luz (e não foi há muito tempo... já para não dizer que se poderiam acrescentar aqui outras tantas situações pitorescas) , não posso deixar de registar a abertura ao público de mais um arquivo com obras feitas e onde tudo parece estar no devido sítio.
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Estou a falar do Arquivo História da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, recém mudado para a sede.

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E onde a história se cruza com a assistência na cidade de Lisboa, dando assim lugar à memória dos desfavorecidos e tantas vezes esquecidos. Mas como a documentação não se fica apenas por essas temáticas, aqui ficam registos de outras memórias: as dos jogos da Santa Casa.


Não serão bilhetes utilizáveis, é certo, ou com direito a algum prémio nunca reclamado... mas são documentos cuja evolução está ligada tanto à tecnologia como a novas formas de publicidade, etc.

Ora aí está um catálogo de imagens que deve ser bem interessante...

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Lisboas




Que, em pleno Bairro da Lapa, se encontre uma parede / casa tão degradada pode ser motivo de espanto. Ainda mais quando vemos os culpados!

domingo, 5 de julho de 2009

Lisboas


Não sei se já repararam que, no Largo de São Domingos, em Lisboa, foi colocado um monumento às vítimas da intolerância, em memória dos dois mil judeus mortos nesta cidade no ano de 1506, dos quais Damião de Góis faz um impressionante relato.

Quem por aí passar, pode ainda ver todo o arranjo do largo, que contempla ainda um grande banco a seguir ao muro com os dizeres “Lisboa, cidade da tolerância” num grande número de línguas.

E é impossível deixar de reparar na presença maciça de homens, mulheres e crianças de outras nações e credos, fazendo parte de outras diásporas.

Passados mais de quinhentos anos, esta Lisboa obviamente mais cosmopolita, também é um símbolo de esperança!

(e que outro local poderia ter tanto simbolismo como este?)














segunda-feira, 1 de junho de 2009

Viver Lisboa


Sendo alfacinha de gema, e tendo sempre vivido/estudado/trabalhado em Lisboa, foi com especial prazer que soube da iniciativa do Plano Local de Habitação, uma proposta da Câmara Municipal de Lisboa, que se encontra neste momento em consulta pública, acessível aqui.
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Também disponível, para quem tem interesse nisso, está o Relatório da 1ª fase do Programa Local de Habitação – Conhecer, onde se dá conta das várias políticas relativas à habitação que já passaram por Lisboa.
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Agora, resta-nos participar na escolha do que consideramos pertinente para a cidade, esperando bons resultados quando for a altura de fazer
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sábado, 30 de maio de 2009

Lisboa subterrânea

E, enquanto à superfície continua este calor abrasador, porque não aproveitar para experimentar visitar a Lisboa subterrânea?

Aqui ficam alguns vídeos inspiradores.

Termas Romanas da Rua da Prata




Teatro Romano




A Sé de Lisboa



O Reservatório da Patriarcal (Principe Real )

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Calor






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Não faço ideia de quem se tem divertido, por essa cidade fora, a desenhar gelados. Mas, com o calor que tem estado, é realmente o que apetece comer!
(já para não falar em como as paredes degradadas ficam bem melhor...)

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Ao vento





Lisboa ainda tem destas coisas... ontem, a caminho do almoço de Páscoa com a família, algures perto da Rua de Artilharia Um, eis que me deparo com dois pares de sapatos ao vento, quiçá a secar...
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Na verdade, se não fosse o meu irmão a chamar-me a atenção e teria passado por eles sem reparar, mas depois não resisti a registar o momento!
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Aqui fica:)))

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Vozes 2

Como ando ligeiramente cansada (e a tentar fazer bem várias coisas ao mesmo tempo) só agora percebi que tinha deixado o último post incompleto... (já para não dizer que este também teve uma primeira versão incompreensível...)
Pois as Vozes a que se referia o título eram nem mais nem menos as nossas. Passando a explicar; no meu passeio pela dita Rua das Gaivotas, deparei-me com este escrito:




Estou certa que os habitantes do Bairro Alto, por exemplo, não devem partilhar desta ideia... mas enfim, ela lá estava destacada num edifício todo branco, impossível não reparar!!!

E, a ser verdade, diria que o povo aqui em Lisboa só está semi-mudo, já que não faltam para aí paredes todas escritas ou com um qualquer cartaz a anunciar eventos. E se pensarmos em campanhas eleitorais então piora!

Então tenham um bom fim de semana!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Vozes



Ontem, de passeio à hora de almoço, dei de caras com a Rua das Gaivotas... que desconhecia aliás e onde não vi uma mísera gaivota... mas mais à frente vi-as sim!!! Noutro espaço que voltou ao nosso convívio: o Terreiro do Paço. E já viram como está bonito???
(enfim, agora é o D. José que está prisioneiro... não se pode ter tudo!!!

sábado, 8 de novembro de 2008

Arte Pública


Numa Lisboa em que os prédios devolutos continuam a ser em grande número, eis aqui uma forma de melhorar o aspecto das ruas em que eles existem... e possibilitar a expressão artística de quem ousou dedicar o seu tempo e arte a pintar os números 225 a 229 da Rua de São Bento.
E melhorar também a qualidade visual, se se pode chamar assim, de quem por ali passa, que, em vez de ver (mais) um prédio entaipado à espera de umas eternas obras, vê apenas a pintura, quase em modo de história, já que a pintura das portas está toda ligada entre si.


























No prédio imediantamente a seguir, talvez contaminado com a presença de uma decoração interessante, alguém achou que, mesmo em prédios habitados, valia a pena dar-lhes cor, história, e mais alguma razão para olharmos.
E olhamos, de facto!
Uma nova forma de personalizarmos as nossas casas?