
Visitei esta semana a exposição Olhares Cruzados sobre Arte e Islão, patente na Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves, comissariada cientificamente por Inês Fialho Brandão.
Exposta em três salas, percorre os seguintes temas:
- o tempo e o espaço,
- figura humana,
- islâmico ou muçulmano
Exposta em três salas, percorre os seguintes temas:
- o tempo e o espaço,
- figura humana,
- islâmico ou muçulmano
Aí, para além dos normais textos introdutórios e das peças e suas legendas, desenvolvem-se os tais “olhares cruzados”, sendo a exposição/peças comentada em pequenos textos por
- Cláudio Torres (director do Campo Arqueológico de Mértola),
- David Munir (Íman da Mesquita de Lisboa),
- Rui Santos (historiador) e
- Inês Fialho Brandão (historiadora de arte)
Tentando responder à questão: O que é a arte islâmica?
Essa reflexão cruzada, a par da riqueza das peças expostas, é precisamente a mais valia desta exposição, que, não dando respostas, levanta questões muito interessantes.
Essa reflexão cruzada, a par da riqueza das peças expostas, é precisamente a mais valia desta exposição, que, não dando respostas, levanta questões muito interessantes.
Saimos assim da exposição não só com nova informação, mas também com alguma matéria de reflexão.
Vale a pena ver
Vale a pena ver
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