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quinta-feira, 24 de julho de 2008
segunda-feira, 21 de julho de 2008
domingo, 20 de julho de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
As Beiras
" Ai Eu Coitada"
Ai eu coitada como vivo em grã cuidado
por meu amigo que hei alongado.
Muito me tarda
o meu amigo da Guarda
Ai eu coitada como vivo em grão desejo
por meu amigo que tarda e não vejo.
Muito me tarda
o meu amigo na Guarda
Afonso X
Ai eu coitada como vivo em grã cuidado
por meu amigo que hei alongado.
Muito me tarda
o meu amigo da Guarda
Ai eu coitada como vivo em grão desejo
por meu amigo que tarda e não vejo.
Muito me tarda
o meu amigo na Guarda
Afonso X
Distâncias e proximidades
e, em sábado à noite que, musicalmente não podia ser mais diverso, eis uma banda interessante: Ritchaz e Kéke, que podem conhecer melhor aqui.
Primeira parte do concerto do African Boy. para mim, foram muito mais interessantes do que a intervenção principal, até porque conheci uma nova banda de raiz lusófona, desta feita de Outorela, vocalizada em crioulo cabo-verdiano, num estilo que não sei definir por ser de várias influências, mas que acaba por ser, no âmago, canção de intervenção.
O vídeo não é nada de especial, mas a canção, essa sim, é interessante.
Primeira parte do concerto do African Boy. para mim, foram muito mais interessantes do que a intervenção principal, até porque conheci uma nova banda de raiz lusófona, desta feita de Outorela, vocalizada em crioulo cabo-verdiano, num estilo que não sei definir por ser de várias influências, mas que acaba por ser, no âmago, canção de intervenção.
O vídeo não é nada de especial, mas a canção, essa sim, é interessante.
domingo, 13 de julho de 2008
Selecção musical
E para esta semana, uma pequena preciosidade: um registo de Frank Sinatra com a orquestra de Tommy Dorsey intitulado I haven't time do be a millionaire.
Tenham uma boa semana:)))
Olhar O Mundo

Na actual pluralidade cromática, de luminosidade, cheiros, materiais e conceitos, onde, de facto, só precisamos de estar atentos e olhar, um passeio (a pé) por outros bairros conduziu-me ao que eu procurava: a Perve Galeria, em Alfama.
O objectivo, a exposição Olhar O Mundo. Se ainda não tinham dado por ela, apressem-se, só está até dia 26 deste mês… e se vale a pena:)))
Comecei por ficar logo com os olhos presos numa Figura Feminina de Sónia Delaunay, reproduzida aqui ao lado, mas a exposição tem muito mais pontos de interesse ao longo de um percurso que acompanha uma (verdadeira) casa em Alfama; conheci pintores que não conhecia e fiquei verdadeiramente encantada com o que vi de Cruzeiro Seixas. Vale tanto a pena que não sei se lá não voltarei outra vez.
O objectivo, a exposição Olhar O Mundo. Se ainda não tinham dado por ela, apressem-se, só está até dia 26 deste mês… e se vale a pena:)))
Comecei por ficar logo com os olhos presos numa Figura Feminina de Sónia Delaunay, reproduzida aqui ao lado, mas a exposição tem muito mais pontos de interesse ao longo de um percurso que acompanha uma (verdadeira) casa em Alfama; conheci pintores que não conhecia e fiquei verdadeiramente encantada com o que vi de Cruzeiro Seixas. Vale tanto a pena que não sei se lá não voltarei outra vez.
Entretanto, e para quem não conhece, aqui ficam algumas imagens que achei mais interessantes, respectivamente, Cesariny, Glenda Sburelin, Joana Concejo e, como não podia deixar de ser, a Paisagem da Alma, de Cruzeiro Seixas, onde a minha ficou mais detalhadamente.



Seria injusto da minha parte terminar o post sem destacar a forma amável como ali fui acolhida: aqui ficam os meus agradecimentos.
As imagens são retiradas do site da Perve Galeria.
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Pintura
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Terra incógnita / Terra descoberta / Terra a descobrir

Levada por esta fantástica imagem, eis que descobri um fotógrafo – Sérgio Santimano – e um conjunto de 28 fotografias que me levaram a viajar, neste fim de tarde menos tórrido, a essa terra vermelha, quente, acolhedora e misteriosa, que, neste caso é Niassa, Moçambique.
E soube bem:))

As fotografias, essas, fazem-nos viajar até lá.
Eu, por mim, viajava já para este salão de chá, mesmo sem que a imagem esteja completa (e o Sérgio que me desculpe).
Sendo pouco provável que saia do écran, qual Rosa Púrpura do Cairo, entrava eu.

segunda-feira, 7 de julho de 2008
E caminhando pelos meus próprios passos

Eis um livro que dificilmente resistiria a ler:
Se não puder dançar, esta não é a minha revolução: aspectos da vida de Emma Goldman de Clara Queiroz, da Assírio & Alvim
Não porque o nome de Emma Goldman me fosse, até então, familiar, confesso. Mas passou a ser.
«É uma mulher que acredita na sua causa e sente-a com uma intensidade concentrada. É o padrão com que mede todos os valores. Não vê no mundo mais nada que não seja o que deve ser remodelado em qualquer forma próxima do seu desejo profundo. E o que é esse desejo? Liberdade – liberdade absoluta, incondicional, não agressiva. Isso é Anarquia […]»
William Marion Reedy, 1908
«Emma Goldman “nunca reclamou direitos iguais. Comportou-se como igual” afirmou Mollie Steimer.»
«”Por uma questão de principio, porque você é Emma Goldman”, foi como um polícia uma vez lhe explicou por que a prendia.»
Não porque o nome de Emma Goldman me fosse, até então, familiar, confesso. Mas passou a ser.
«É uma mulher que acredita na sua causa e sente-a com uma intensidade concentrada. É o padrão com que mede todos os valores. Não vê no mundo mais nada que não seja o que deve ser remodelado em qualquer forma próxima do seu desejo profundo. E o que é esse desejo? Liberdade – liberdade absoluta, incondicional, não agressiva. Isso é Anarquia […]»
William Marion Reedy, 1908
«Emma Goldman “nunca reclamou direitos iguais. Comportou-se como igual” afirmou Mollie Steimer.»
«”Por uma questão de principio, porque você é Emma Goldman”, foi como um polícia uma vez lhe explicou por que a prendia.»
E, como «A revolução volta e tornará a voltar e proclamará: eu fui, eu sou, eu serei(1)», o melhor é mesmo ficarem a saber (se quiserem, claro) algo mais da vida desta interessante personagem. Uma leitura a não perder.
(1) Rosa Luxemburgo
Anarquias

Anarquia: Sistema político baseado na negação do princípio da autoridade. Negação de qualquer tipo de autoridade. Estado de um povo que, de facto, ou virtualmente, já não tem governo. Falta de organização e/ou de liderança em qualquer tipo de actividade local ou instituição. Também pode ser confusão ou bagunça.
Violência: Qualidade do que é violento. Acção ou efeito de violentar de empregar força física contra alguém ou algo ou intimidação moral contra alguém. Acto violento, crueldade.
Definições retiradas do Dicionário Houaiss, não porém, as apresentadas no nº 22 da Revista Utopia, onde podemos aprender e reflectir sobre estes conceitos e a sua evolução.
Para quem como eu, sabe pouco sobre, mas gosta de aprender, aqui está uma publicação periódica a ter em linha de conta…
Mais um contributo da Cidadã G. para a minha cultura geral.
Violência: Qualidade do que é violento. Acção ou efeito de violentar de empregar força física contra alguém ou algo ou intimidação moral contra alguém. Acto violento, crueldade.
Definições retiradas do Dicionário Houaiss, não porém, as apresentadas no nº 22 da Revista Utopia, onde podemos aprender e reflectir sobre estes conceitos e a sua evolução.
Para quem como eu, sabe pouco sobre, mas gosta de aprender, aqui está uma publicação periódica a ter em linha de conta…
Mais um contributo da Cidadã G. para a minha cultura geral.
domingo, 6 de julho de 2008
Mas que nada: a bossa nova reinventada
E nos mesmos 50 anos, é bom ver que a música brasileira, neste caso a Bossa Nova de Sérgio Mendes, continua actual para as novas gerações, surgindo novas versões de êxitos antigos, neste caso associados a novos ritmos, a novas gerações musicais: os The Black Eyed Peas.
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Bossa Nova,
Sérgio Mendes,
The Black Eyed Peas
O pato
Noutras vidas, noutros tempos, aqui está uma música que gostava de cantar:
O Pato de João Gilberto
Quando se comemoram 50 anos de Bossa Nova, sabe bem ouvi-la (e cantá-la) outra vez.
O Pato de João Gilberto
Quando se comemoram 50 anos de Bossa Nova, sabe bem ouvi-la (e cantá-la) outra vez.
sábado, 5 de julho de 2008
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Quando alguém parte
Ontem, no concerto, meu pai,
quando a música jorrou da batuta do maestro,
eu bem te vi no meio dos violoncelos.
Como foi bom adivinhar lá a tua presença.
Não fora isso, que desgosto-quase-remorso
me doeria, me doeria.
Armando Pinheiro
As dores de quem me está próximo também são minhas.
quando a música jorrou da batuta do maestro,
eu bem te vi no meio dos violoncelos.
Como foi bom adivinhar lá a tua presença.
Não fora isso, que desgosto-quase-remorso
me doeria, me doeria.
Armando Pinheiro
As dores de quem me está próximo também são minhas.
Rafal Olbinski



Não sei se já vos chegou por mail um powerpoint com imagens de Rafal Olbinski. Ignorante como sou, em muitos assuntos, desconhecia o nome, mas pelo que vi, googuelizei, e aqui têm a biografia do senhor. Juntamente com estas imagens fantásticas de posters de óperas, por ele feitas.


Há mais no powerpoint, mas nem as consigo tirar, nem faço ideia como de põe um powerpoint num blog (Marta, por favor não me diga: isso não tem nada que saber…)

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