
«A nossa civilização está decadente, e a nossa língua – segundo este argumento – tem inevitavelmente de partilhar o colapso geral. Segue-se que qualquer luta contra os abusos de linguagem é um arcaísmo sentimental, tal como preferir velas à luz eléctrica ou cabriolés a aviões»
As palavras são de George Orwell, no seu ensaio A Política a e Língua Inglesa, publicado originalmente em 1946, mas cuja leitura me pareceu de algum modo actual.
Como falar sobre palavras sem significado, para as quais «(…) a pessoa que as usa tem a sua própria definição privada (…).»
Em dia de São Guilherme, esta leitura (mais do que abusiva do contexto original) fez-me lembrar outras palavras que usamos para realidades que não conhecemos. Como os Marcianos de outro Guilherme, por exemplo.
Enfim, devaneios linguísticos.
Aqui deixo a capa do livro do Orwell: vale a pena.
As palavras são de George Orwell, no seu ensaio A Política a e Língua Inglesa, publicado originalmente em 1946, mas cuja leitura me pareceu de algum modo actual.
Como falar sobre palavras sem significado, para as quais «(…) a pessoa que as usa tem a sua própria definição privada (…).»

Em dia de São Guilherme, esta leitura (mais do que abusiva do contexto original) fez-me lembrar outras palavras que usamos para realidades que não conhecemos. Como os Marcianos de outro Guilherme, por exemplo.
Enfim, devaneios linguísticos.
Aqui deixo a capa do livro do Orwell: vale a pena.