Não sei se já repararam que, no Largo de São Domingos, em Lisboa, foi colocado um monumento às vítimas da intolerância, em memória dos dois mil judeus mortos nesta cidade no ano de 1506, dos quais Damião de Góis faz um impressionante relato.

Quem por aí passar, pode ainda ver todo o arranjo do largo, que contempla ainda um grande banco a seguir ao muro com os dizeres “Lisboa, cidade da tolerância” num grande número de línguas.
E é impossível deixar de reparar na presença maciça de homens, mulheres e crianças de outras nações e credos, fazendo parte de outras diásporas.
Quem por aí passar, pode ainda ver todo o arranjo do largo, que contempla ainda um grande banco a seguir ao muro com os dizeres “Lisboa, cidade da tolerância” num grande número de línguas.
E é impossível deixar de reparar na presença maciça de homens, mulheres e crianças de outras nações e credos, fazendo parte de outras diásporas.
Passados mais de quinhentos anos, esta Lisboa obviamente mais cosmopolita, também é um símbolo de esperança!
(e que outro local poderia ter tanto simbolismo como este?)
4 comentários:
Olá Leonor. Soube que a Ana recebeu uma agradável visita na FIA. Pena não ter lá estado para te dar um beijinho!
Fica para a próxima!
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Lisboa, hoje como no tempo de Fernão Lopes «terra de muitas e desvairadas gentes». Nada de novo. É assim que gosto de Lisboa.
Excelente post. Leonor.
Também já falai deste Memorial.
E, se me permites, renovo o voto que na altura fiz: espero que Israel também erga em Jerusalém um Memorial homenageando os palestinianos e libaneses que tão cruelmente continua vitimando.
bom dia.
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