Hoje, por volta das 16h. Sobrinhos na cozinha da casa da minha mãe, fazendo biscoitos com outra tia.
Voz do sobrinho X – Ó avó porque é que a montanha não anda?
Voz minha mãe – ó filho, não sei, diga lá.
Voz do sobrinho X – porque tem um só pé!!
Risos, risos.
Voz do sobrinho X – Avó, inventei esta agora.
Voz minha mãe – então agora pergunto eu. Qual é a aula favorita da vaca? Múuuuuuusica. (risos, gritos)
Voz minha mãe – Qual o actor preferido das abelhas? Meeeeeel Gibson. (risos, gritos).
Voz minha mãe – Que diz o galo à galinha?
Vozes de todos os sobrinhos – os nossos filhos têm muita pinta !!!!
Eu, no escritório, arrebitava (literalmente) as orelhas. Solução do mistério: uma página da revista Audácia. Com um erro, por sinal. Os filhos da galinha e do galo têm lá muita piada e não pinta!.
Os biscoitos de limão estavam bons. Ficaram a faltar os scones tia I.
Voz do sobrinho X – Ó avó porque é que a montanha não anda?
Voz minha mãe – ó filho, não sei, diga lá.
Voz do sobrinho X – porque tem um só pé!!
Risos, risos.
Voz do sobrinho X – Avó, inventei esta agora.
Voz minha mãe – então agora pergunto eu. Qual é a aula favorita da vaca? Múuuuuuusica. (risos, gritos)
Voz minha mãe – Qual o actor preferido das abelhas? Meeeeeel Gibson. (risos, gritos).
Voz minha mãe – Que diz o galo à galinha?
Vozes de todos os sobrinhos – os nossos filhos têm muita pinta !!!!
Eu, no escritório, arrebitava (literalmente) as orelhas. Solução do mistério: uma página da revista Audácia. Com um erro, por sinal. Os filhos da galinha e do galo têm lá muita piada e não pinta!.
Os biscoitos de limão estavam bons. Ficaram a faltar os scones tia I.
16 comentários:
Esta tua pequena crónica familiar é muito "agasalhante"... e a propósito: adoro scones! ;))
Bjs e boa semana!
tá bem tia, traga a receita,company. não sei o que dizer, doi-me o pé, laranjinha 2. estamos odos muito bem cá em casa, laranjinha 1. cá esperamos por si no proximo domingo
Adoro estes encontros entre familiares de diversas gerações. Aprende-se muito nestas circunstâncias, é suficiente ser bom observador.
E você, Leonor, ficou lá no escritório lendo tomos ancestrais e não veio participar da brincadeira? Teiquirisi, garota!
A propósito, aqui no Brasil, os filhos do Galo e da Galinha são conhecidos como "pintos". Portanto, o erro não foi lá muito grave.
Parabéns pelo bom Domingo, e por esta crônica "agasalhante" como bem disse a Paulinha, aí em cima.
Um beijo!
P.S.: Vocês, portugueses, inventam cada nome! O que são "scones?"
Paula
pois, hoje também me senti assim em casa da minha mãe. não sei é se consegui exprimri bem o que senti quando ouvi a minha mãe a fazer aquelas perguntas :)))
bsj
laranjinhas & company
company: receita mais abaixo
laranjinha 2: e depois ainda me pergunta como é que eu posso pensar que o menino pode cair num frasco de compota?
laranjinha 1: lá estarei, beijinhos
e as outras laranjinhas?
beijinhos
Caro Oliver
é, os encontros familiares podem ser muito agradáveis mesmo, como o de hoje foi. E a presença de várias gerações é óptima porque traz ensinamentos para todos, como você diz, basta estar atento e ouvir.
Eu estava no escritório, não lendo tomos ancestrais, mas ensinando a minha mãe (que naquele momento foi á cozinha) a pesquisar na ... wikipedia:)))
beijos
Scones... não sei explicar. A palavra é inglesa e nós não traduzimos. è o que os ingleses comem quando tomam chá, nós importamos o hábito. São uma espécie de pãezinhos (mas não são pães), que se podem comer com manteiga ou doce.
como a definição foi muito boa, aqui vai a receita:
Farinha: 15 colheres de sopa
Açucar: 3 c. sopa
Leite: 6 c. de sopa
Manteiga e fermento em pó: 1 c. de sopa de cada
Ovo: 1
Sal: 1/2 c. de café
Manteiga: qb
Peneira-se a farinha com o fermento para uma tigela. Põem-se em cima todos os outros ingredientes e amassa-se ligeiramente só para ligar, sem cansar a massa. Passa-se para a pedra da mesa enfarinhada e faz-se um rolo que se corta em 14 ou 16 pedaços iguais.
Cozem-se em forno quente em tabuleiro enfarinhado. Servem-se quentes.
Espero que goste
Ah, mas as montanhas andam. Só depende do ponto de vista.
Um dia destes - longínquo, pelo tamanho do Estojo - ponho uma montanha a andar.
Sempre achei que a cozinha é um espaço essencial da casa para se estar, falar e fazer em conjunto.
Nos meus sonhos ainda hei-de ter uma cozinha daquelas grandes com mesa no meio, onde possa reunir amigos e família.
bjs
O post é divinal pela familiariadade que transborda...coisa já tão esquecida para muita gente :)
E leonor, desculpa mas não pude deixar de ler os comentários divinais aqui trocados :)
beijos e boa semana
ps - Tal como a Paula eu adoro scones e então se forem acompanhados de um bom chá...hmmmmm
Rui
se o laranjinha 1, porque confrontado demasiado novo com o pormenor de que a verdade depende do ponto de vista, precisar de acompanhamento especial, já sei a quem mando a conta:)
Anónimo
sem dúvida, a cozinha, no que tem de acolhedor, quente, a cheirar bem, pode ser um bom ponto de encontro e estadia para uma família. estar á mesa é uma arte que se está a perder, aliás.
bsj
mãe dos pobrezinhos?
Ka
a família tem destas coisas boas... quando não estamos todos a discutir, claro, outra das funções em que as famílias são pródigas e que não é necessariamente mau:))
é o que dá ser de uma família (pelos padrões de hoje) numerosa. Aprendemos sempre qualquer coisa com o que os outros estudam ou trabalham e temos irmãos para todas as estações...
bsj, boa semana
Há sempre lugar para mais um, lá onde me atendem. Aquilo é um banco corrido e vamos empurrando o vizinho do lado. Quando o da ponta cai, está curado. E depois soltam-no.
Rui
ah isso deve ser um método novo!!! e bastante inovador, pelo que vejo!
mas o laranjinha 1 era capaz, por sua vez, de subverter o sistema e procurar consolo por debaixo do banco e aí era capaz de ninguém cair...
Além disso, eu como madrinha da criança nunca a deixaria ir. tem olhos de quem vai mais longe, mesmo que as montanhas consigam dar um pequeno pas de deux
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