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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Dia Europeu da Internet Segura

Comemora-se amanhã dia 12 o Dia Europeu da Internet Segura, havendo actividades para sensibilizar os cibernautas em cada estado Membro da União Europeia.

Em Portugal, o projecto Internet Segura é coordenado pela UMIC- Agência para a Sociedade do Conhecimento, em articulação com a Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (através da Equipa de Missão Computadores, Redes e Internet), a Fundação para a Computação Científica Nacional e a Microsoft Portugal.

Veja as actividades que terão lugar no site Internet Segura e, para quem está em Lisboa, também no Pavilhão do Conhecimento – Ciência viva.

Mais uma vez deixo aqui o link para o excelente projecto da Comissão Nacional de Protecção de Dados: Projecto Dadus, especialmente dedicado aos mais novos.

Para os não tão novos, aqui têm um documento da União Europeia sobre Protecção de dados na União Europeia, bem como o site onde podem tirar dúvidas. Quando fazemos compras pela Internet, temos bilhetes de avião electrónicos, etc, etc, convém estar informado…

sábado, 12 de janeiro de 2008

O Ataque à Razão


No novo livro do Al Gore, o Ataque à Razão, publicado por cá pela Esfera do Caos, existe um capítulo (o 5), dedicado ao ataque ao Indivíduo.
Mencionando alguns exemplos de invasão da vida privada dos cidadãos, percorre algumas situações onde isso é visível, com a aplicação do Patriot Act. Se alguns dos exemplos são fáceis de entender e visíveis nos arquivos, já outros são claros exemplos de cerceamento da liberdade individual, informando de um caso que nunca tinha ouvido:
o FBI podia ir a qualquer biblioteca solicitar uma lista das pessoas e livros que estavam a ler, bastando para isso afirmar que tal medida era necessária para uma investigação de segurança, obrigando ainda os bibliotecários a guardar silêncio de tais pedidos, sob pena de prisão (p. 162), situação essa relatada por bibliotecários norte americanos.


Vem isto a propósito de reflexões que venho fazendo sobre protecção da vida privada nesta era globalizada e onde o combate ao terrorismo se sobrepõe, por vezes, aos direitos individuais.

Conseguimos, por exemplo, contar o número de vezes que somos filmados por dia e saber por quem, quanto tempo são guardadas essas imagens e com que fins? só para dar um exemplo, claro...