sábado, 12 de janeiro de 2013

domingo, 6 de janeiro de 2013

2013


E de repente... precisei de voltar aqui !

Bom Ano Novo

domingo, 22 de abril de 2012

sexta-feira, 23 de março de 2012

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Dançando com livros

Não resisti a roubar o titulo... mas ora vejam só:




retirado daqui

domingo, 8 de janeiro de 2012

Cantarolar




E nada como boa música para começar a semana... neste caso de Adele



Um óptima prenda de Natal!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Receita de Ano Novo

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)


Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.


Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.


Carlos Drummond de Andrade

sábado, 31 de dezembro de 2011

Bom 2012

retirado daqui


sábado, 12 de novembro de 2011

Castanhas

As Castanhas

Castanhas, Castanhas
Tão quentinhas com sal.
Quentinhas e assadinhas
A ninguém faz mal.

Castanhas assadinhas
Com sal são saborosas.
Quentinhas e boas
São tão gostosas!

Filipe Ramos -Escola E. B. 1 Nº1 de Espinho


Retirado daqui

domingo, 3 de abril de 2011

Livro infantil



Há temas de dias comemorativos que não têm - acho eu - grande relevância. Não é o caso do dia da literatura infantil, que se comemora hoje.


Não só pela importância de que se reveste este sector, fundamental para qualquer aprendizagem e crescimento, como também pelas (boas) memórias que nos trás.


Mas como nem só de palavras vivem os livros infantis, aqui ficam algumas imagens de ilustradores que considero interessantes: Danuta Wojciechowska, Rebecca Dautremer e as do Planeta Tangerina (Bernardo Carvalho e Madalena Matoso), por esta ordem.

(Mas se tivesse que eleger algum livro da minha especial predilecção, escolhia de caras a Fada Oriana... da qual não tenho aliás a imagem da capa da edição que li...)

terça-feira, 22 de março de 2011

Primavera


E a vida a brotar (num passeio pelo largo de santos)

domingo, 20 de março de 2011

Karmas


260 vulcões activos e zona sísmica fazem do Japão um país singular. Talvez por isso a escolha da carpa Koi como símbolo da resistência e capacidade de adaptação a faça também tão popular no reino do design gráfico...
.
Há que admirar esta ordem e resistência... face a um desastre de tais proporções, nem consigo imaginar o que seria noutro país qualquer.

domingo, 9 de janeiro de 2011

As coisas simples



Hoje, prefiro cantar as coisas simples, as que


crescem depressa, como os ciprestes, ou as


que se enrolam a tudo o que aparece nos muros


como as buganvílias. Através delas, vejo o céu


que me traz outras coisas, mais complicadas


dos que estas da terra; e também no céu


escolho, hoje, o que não é difícil, a nuvem

que há pouco parecia eterna e desapareceu;

ou um branco sujo que apagou o horizonte,

por algum tempo, e fez com que todo o

universo ficasse ao meu alcance para nada.

Mas o que é simples também pode ser o

seu contrário. Há uma lógica no interior

deste movimento que faz crescer o cipreste,

ou empurra a buganvilia para o fundo do muro;

e também as nuvens seguem uma direcção

precisa, mudando a sua forma à medida que

se afastam dos meus olhos. A verdade deste

mundo encontra-se no próprio acaso que

a determina; e sou eu que tenho de encontrar

as razões para o que não precisa delas,

porque a sua existência se limita a este

perfume de fim de verão, ou à queda

das folhas que se confundem com nuvens.

O mundo é imprevisível como a vida

da borboleta que nasceu de dentro da

buganvilia; mas o vento que há pouco soprava,

não me disse nada sobre isso, nem o seu

sopro vago me libertou de folhas e de

nuvens, para que o chão e céu ficassem

limpos. Só a borboleta, no instante do voo,

trouxe a sua luz dissonante para dentro

da natureza; e foi ao encontrá-la,

no meio da terra e das pedras do jardim,

que me apercebi de que nem tudo é simples,

quando a morte se cruza com a beleza.





Nuno Júdice

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

domingo, 12 de dezembro de 2010

Outono