Mandaram-me agora mesmo este video, e não resisto, aqui fica:
Claro que, como tenho andado um pouco afastada destas lides, não faço ideia se já anda por aí... mas fica a intenção.
Divirtam-se!
os dias, as horas, minutos, e segundos. a informação, os documentos, as escritas, os arquivos e as bibliotecas
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
Pedras que falam...
E, ao espreitar por estes desfiladeiros cheios de intervenção humana, em Petra, aqui ficam algumas imagens das belissimas rochas que por lá andam...
sábado, 31 de outubro de 2009
Idas e voltas
Bom, após um ano de 2008 ligeiramente conturbado, e um início de 2009 de pé partido, nada como umas revigorantes férias na Jordânia para colocar tudo no seu devido sítio.
.
O problema é que estou como estes camelos em Wadi Rum... voltei mas precisei de algum tempo para aterrar...
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Pedimos desculpa por esta interrupção...
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Quotidianos

Não é um pintor que eu conheça muito bem, mas a sensação que tenho sempre que olho para os quadros de Edward Hopper, é que se podia tratar de um qualquer instantâneo nosso, actualizado o vestuário…
Claro que não me vejo exactamente na senhora do comboio, mas, de algum modo, também viajo nestas imagens, com alguma nostalgia.
Ora vejam:

:



Dá para imaginar uma qualquer história, não é?E se quiserem ver a vertente mais contemplativa, carreguem aqui.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Blues da morte de amor
Já ninguém morre de amor, eu uma vez
andei lá perto, estive mesmo quase,
era um tempo de humores bem sacudidos,
depressões sincopadas, bem graves, minha querida.
mas afinal não morri, como se vê, ah não
passava o tempo a ouvir deus e música de jazz,
emagreci bastante, mas safei-me à justa, oh yes,
ah, sim, pela noite dentro, minha querida.
a gente sopra e não atina, há um aperto
no coração, uma tensão no clarinete e
tão desgraçado o que senti, mas realmente,
mas realmente eu nunca tive jeito, ah não,
eu nunca tive queda para kamikaze,
é tudo uma questão de swing, de swing minha querida,
saber sair a tempo, saber sair, é claro, mas saber,
e eu não me arrependi, minha querida, ah, não, ah, sim.
há ritmos na rua que vêm de casa em casa,
ao acender das luzes. uma aqui, outra ali.
mas pode ser que o vendaval um qualquer dia venha
ao lusco-fusco da canção parar à minha casa,
o que eu nunca pedi, ah, não, manda calar a gente,
minha querida, toda a gente do bairro,
e então murmurarei, a ver fugir a escala
do clarinete:- morrer ou não morrer, darling, ah, sim.
Vasco Graça Moura (Porto, 1942)
andei lá perto, estive mesmo quase,
era um tempo de humores bem sacudidos,
depressões sincopadas, bem graves, minha querida.
mas afinal não morri, como se vê, ah não
passava o tempo a ouvir deus e música de jazz,
emagreci bastante, mas safei-me à justa, oh yes,
ah, sim, pela noite dentro, minha querida.
a gente sopra e não atina, há um aperto
no coração, uma tensão no clarinete e
tão desgraçado o que senti, mas realmente,
mas realmente eu nunca tive jeito, ah não,
eu nunca tive queda para kamikaze,
é tudo uma questão de swing, de swing minha querida,
saber sair a tempo, saber sair, é claro, mas saber,
e eu não me arrependi, minha querida, ah, não, ah, sim.
há ritmos na rua que vêm de casa em casa,
ao acender das luzes. uma aqui, outra ali.
mas pode ser que o vendaval um qualquer dia venha
ao lusco-fusco da canção parar à minha casa,
o que eu nunca pedi, ah, não, manda calar a gente,
minha querida, toda a gente do bairro,
e então murmurarei, a ver fugir a escala
do clarinete:- morrer ou não morrer, darling, ah, sim.
Vasco Graça Moura (Porto, 1942)
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Lisboas
domingo, 6 de setembro de 2009
Selecção Musical
E, para começar a semana, num registo ainda meio em férias fora das horas de trabalho… aqui fica Harry Connick Jr, cujo album Songs I’ve heard está recheado de interpretações interessantes de músicas que nós também já ouvimos.
Boa semana!
Boa semana!
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Da janela, hoje de manhã
Com o calor que tem estado, raras vezes vou à janela, já que ligo logo de manhã o ar condicionado (um bom motivo para trabalhar em Agosto para pessoas como eu, que dispensam metade do calor que faz por cá...) Mas hoje, com o dia a começar um tudo nada mais fresco, até me apeteceu abrir ligeiramente a janela. E aqui têm o resultado.
Está mais bonito no video, com as folhas a mexerem e a fazerem barulho... mas como de repente não me consigo lembrar como é que faço uploads de videos... é o que dá ter feito férias grandes!!!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Tardes de Domingo
Se há música que associe a não fazer nada, ligeiramente em férias, é seguramente esta dos Queen: Lazy on a Sunday Afternoon.
Não que já tenha tido férias, mas depois de 5 meses de baixa, who cares? Enfim tive férias de outras coisas, como de pensar o que escrever aqui, por exemplo.
Mas parece que chegou a hora de voltar, apesar da preguiça de ontem. Então tenham uma boa semana!
Não que já tenha tido férias, mas depois de 5 meses de baixa, who cares? Enfim tive férias de outras coisas, como de pensar o que escrever aqui, por exemplo.
Mas parece que chegou a hora de voltar, apesar da preguiça de ontem. Então tenham uma boa semana!
E para quem não sabe a letra:
I go out to work on monday morning
Tuesday I go off to honeymoon
Ill be back again before its time for sunnydown
Ill be lazing on a sunday afternoon
Bicycling on every wednesday evening
Thursday I go waltzing to the zoo
I come from london town
Im just an ordinary guy
Fridays I go painting in the louvre
Im bound to be proposing on a saturday night
There he goes again
Ill be lazing on a sunday
lazing on a sunday
Lazing on a sunday afternoon
e agora o video:
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Vidas
domingo, 12 de julho de 2009
Mundos e Músicas

Já aqui referi que não imagino o mundo sem música. Acho que qualquer coisa, movimento ou pessoa tem a sua musicalidade própria.
Uma das coisas interessantes da música é a sua capacidade de se misturar, apropriar de sons e ritmos e torná-los parte integrante de um estilo. E de haver sempre muitas formas de tocar determinada composição.
Vem esta conversa a propósito de, na quinta-feira passada, e um pouco out of the blue, ter isso ao Cinema São Jorge ver The Rolling Stones Project, de Tim Ries, do qual nada sabia, mas ao qual fiquei rendida!

Trata-se de um projecto de Tim Ries, que costuma acompanhar os Stones, e mais uns quantos músicos, que, partindo das músicas do universo dos Stones, as “refazem” com outros ritmos, outras vozes, às vezes mesmo outras palavras, numa tentativa de integrar géneros musicais dos países por onde passam naquele universo.
E, como nada se perde, tudo se transforma, vejam esta versão de Wild Horses, cantada por Bernard Fowler, e digam de vossa justiça!
Uma das coisas interessantes da música é a sua capacidade de se misturar, apropriar de sons e ritmos e torná-los parte integrante de um estilo. E de haver sempre muitas formas de tocar determinada composição.
Vem esta conversa a propósito de, na quinta-feira passada, e um pouco out of the blue, ter isso ao Cinema São Jorge ver The Rolling Stones Project, de Tim Ries, do qual nada sabia, mas ao qual fiquei rendida!

Trata-se de um projecto de Tim Ries, que costuma acompanhar os Stones, e mais uns quantos músicos, que, partindo das músicas do universo dos Stones, as “refazem” com outros ritmos, outras vozes, às vezes mesmo outras palavras, numa tentativa de integrar géneros musicais dos países por onde passam naquele universo.
E, como nada se perde, tudo se transforma, vejam esta versão de Wild Horses, cantada por Bernard Fowler, e digam de vossa justiça!
Ou, para quem quer uma perspectiva mais portuguesa, a versão do No Expectation, com a Ana Moura (ou Mourah...)
domingo, 5 de julho de 2009
Lisboas
Não sei se já repararam que, no Largo de São Domingos, em Lisboa, foi colocado um monumento às vítimas da intolerância, em memória dos dois mil judeus mortos nesta cidade no ano de 1506, dos quais Damião de Góis faz um impressionante relato.

Quem por aí passar, pode ainda ver todo o arranjo do largo, que contempla ainda um grande banco a seguir ao muro com os dizeres “Lisboa, cidade da tolerância” num grande número de línguas.
E é impossível deixar de reparar na presença maciça de homens, mulheres e crianças de outras nações e credos, fazendo parte de outras diásporas.
Quem por aí passar, pode ainda ver todo o arranjo do largo, que contempla ainda um grande banco a seguir ao muro com os dizeres “Lisboa, cidade da tolerância” num grande número de línguas.
E é impossível deixar de reparar na presença maciça de homens, mulheres e crianças de outras nações e credos, fazendo parte de outras diásporas.
Passados mais de quinhentos anos, esta Lisboa obviamente mais cosmopolita, também é um símbolo de esperança!
(e que outro local poderia ter tanto simbolismo como este?)
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Pensamento do dia
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Irene no Céu
Irene preta
Irene boa
Irene sempre de bom humor.
Imagino Irene entrando no céu:
- Licença, meu branco!
E São Pedro bonachão:
- Entra, Irene. Você não precisa pedir licença.
Manuel Bandeira
Irene boa
Irene sempre de bom humor.
Imagino Irene entrando no céu:
- Licença, meu branco!
E São Pedro bonachão:
- Entra, Irene. Você não precisa pedir licença.
Manuel Bandeira
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