
Antunes Ferreira, no seu livro Morte na Picada, acabado de lançar, “propõe-nos outro conceito: guerra civil. Os que se batem são irmãos desavindos, com mais a uni-los do que a separá-los, pesem embora as diferentes tonalidades da pele ”. As palavras não são minhas, mas de Joaquim Vieira, na introdução.
Ao longo dos anos, tanto por motivos profissionais como de amizade, fui conhecendo antigos combatentes, daqueles que ainda são capazes de relatar durante horas (sou uma boa ouvinte, é certo) a sua vida á época mostrando ainda fotografias tiradas e religiosamente guardadas. Ou acompanhar a história daqueles que ainda hoje não sabem o que fazer com essa memória.
Depois da excelente série de Joaquim Furtado, tenho observado com curiosidade a vinda a lume de memórias pessoais de diferentes participantes em outros tantos teatros da guerra. Como se a caixa de pandora desta memória tivesse (finalmente) sido aberta.
De igual modo veria as memórias dos outros. Suprema ignorância da minha parte, não faço ideia se, da parte combatida, digamos assim, já há este tipo de reflexões.
Ao longo dos anos, tanto por motivos profissionais como de amizade, fui conhecendo antigos combatentes, daqueles que ainda são capazes de relatar durante horas (sou uma boa ouvinte, é certo) a sua vida á época mostrando ainda fotografias tiradas e religiosamente guardadas. Ou acompanhar a história daqueles que ainda hoje não sabem o que fazer com essa memória.
Depois da excelente série de Joaquim Furtado, tenho observado com curiosidade a vinda a lume de memórias pessoais de diferentes participantes em outros tantos teatros da guerra. Como se a caixa de pandora desta memória tivesse (finalmente) sido aberta.
De igual modo veria as memórias dos outros. Suprema ignorância da minha parte, não faço ideia se, da parte combatida, digamos assim, já há este tipo de reflexões.
Antunes Ferreira que pode ser lido aqui